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Categoria : Artesanato

Fonte: G1

Cristina Franco é uma otimista na essência. A jornalista e consultora de moda é uma ativa defensora do artesanato brasileiro, que, para ela, está cada vez mais sendo aceito, admirado e comprado pelos compatriotas. “Nelson Rodrigues dizia que brasileiro tem ‘complexo de vira-lata’. Acho que, agora, a gente parou de ter dificuldades de se olhar no espelho”, afirmou ela, durante a palestra “A importância de uma forte marca Brasil na difusão e sustentabilidade do artesanato brasileiro”, realizada nesta sexta-feira (27), na 18ª edição do Senac Rio Fashion Business.

“A palavra ‘brasilidade’, hoje, é mais assumida”, afirmou Cristina. O otimismo da jornalista se deve ao fato de, mesmoacreditando que há muito preconceito do próprio povo brasileiro, ela enxerga que, hoje, o artesanato nacional é muito mais valorizado do que há algumas décadas.

“Não é um processo simples, porque muita gente ainda usa produtos estrangeiros, mesmo de uma qualidade inferior, por uma questão de status: para ter segurança e ser aceita em determinado grupo”, explicou. “Mas não podemos ser tão cruéis, pois compreender o artesanato faz parte de um aprendizado. É preciso entender que o artesanato, uma renda, uma estampa com uma iconografia nossa, dá uma identidade brasileira à moda”, complementou.

Entretanto, Cristina acredita que é preciso ter mais ação e projetos do governo e de empresários para tonar o artesanato brasileiro mais conhecido e, consequentemente, vender mais. “Todo mundo tem que trabalhar, inclusive o poder público e a iniciativa privada”, enfatizou. Mas ela faz uma ressalva: “As coisas estão caminhando, mas os artesãos não podem ficar esperando nada cair do céu”.

Artesanato sem assistencialismo
Na palestra, a jornalista enfatizou que o artesão não pode ser tratado de forma assistencialista, mas tem que, sim, receber uma boa remuneração para poder viver bem com a produção das peças. “O artesanato não pode ser barato. Quanto tempo a pessoa leva para fazer uma peça?”, questionou Cristina. “Essa pessoa tem que ser bem remunerada, para poder ter qualidade de vida e poder se sustentar produzindo artesanato.”

A jornalista enxerga que, nos próximos anos, os vários eventos que vão ser realizados no Brasil – Jogos Mundiais Militares, Rio+20, Copa do Mundo e Olimpíadas – serão excelentes oportunidades para a expansão do setor de artesanato brasileiro. “São janelas enormes que, se bem trabalhadas, deixam legados”, frisou.

Cristina afirma que “os nichos para o nosso artesanato são absurdos”. Segundo ela, é necessário segmentar e entender que tipo de artesanato pode ser direcionado a cada espécie de turista ou classe social. “Muitos milionários querem o superexclusivo, aquilo que é feito a mão e que não vão existir dois iguais”, ressaltou.

“É muito importante aproveitar essa visibilidade que o Brasil tem hoje. O país tem muito a ver com cor, com alegria, e exerce um fascínio no imaginário internacional”, comentou Cristina. “A marca Brasil existe e, se bem trabalhada, é um grande selo de qualidade para vender esse país.”

Com todas essas possibilidades em vista nos próximos anos, Cristina Franco ressaltou a necessidade de se qualificar os artesãos brasileiros desde já. “O exemplo vem da Índia, que sempre teve uma enorme vocação artesanal, mas que baixou muito o padrão nos últimos tempos. O governo de lá está fazendo uma meta anual: qualificar 10 milhões de pessoas para recuperar o artesanato de altíssima qualidade daquele país”, finalizou.

Fonte: EPTV

O 3º Concurso de Arte Consciente, promovido pela WR São Paulo, durante a Mega Artesanal, que acontece de 28 de junho (dia do lojista) a 3 de julho, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, abre inscrições.
Todo cidadão preocupado com as questões ambientais pode soltar a imaginação e criar peças com material reciclável ou reutilizado e participar do concurso. Embalagens, objetos antigos ou elementos encontrados na natureza podem ser transformados em peças criativas.

Vale caixa de creme dental, garrafas pet, vidros de conserva, lâmpadas queimadas, revistas antigas, folhas, pedras e sementes, tudo combinado em um objeto de arte. A exigência é que os trabalhos sejam confeccionados manualmente e meçam no máximo 35 cm de largura por 50 cm de altura.

A inscrição é gratuita e os trabalhos devem ser enviados até o dia 7 de junho para a sede da WR São Paulo (Rua Amélia Corrêa Fontes Guimarães, 556, Morumbi. CEP: 05617-010, São Paulo, SP). O regulamento completo está no endereço: http://www.megaartesanal.com.br/regulamento_wr_consciente_2011.pdf.

A escolha dos vencedores é feita por uma comissão composta por 5 jurados, nomeados pela própria WR e irá considerar a originalidade, a compatibilidade com o tema, a criatividade, o impacto inicial, o grau de dificuldade, a inovação, o design e o acabamento.

A premiação será no dia 2 de julho, às 18h, no estande da WR Consciente na Mega Artesanal. Os três primeiros colocados receberão ferramentas da Dremel e kits Mega Artesanal com diversos itens para artesanato.

Mais informações sobre o 3º Concurso de Arte Consciente podem ser obtidas na WR São Paulo pelo email: priscila.ramos@wrsaopaulo.com.br

Serviço:
Mega Artesanal 2011
Data: 28 de junho (dia do lojista)
De 29 de junho a 03 de julho (aberto ao público em geral)
Local: Centro de Exposições Imigrantes – São Paulo / SP
Endereço: Rod. dos Imigrantes, Km. 1,5
Horários: 28 de junho, das 11h às 19h; 29 de junho a 2 de julho, das 11h às 19h; dia 3 de julho, das 11h às 17h
Ingresso: R$ 10,00
Proibida a entrada de menores de 12 anos
Mais informações: www.megaartesanal.com.br

Fonte: Portal do Artesanato

A FAM – Feira do Artesanato Mundial – está agitando Teresina (PI) desde a última sexta-feira, e entra agora em sua reta final. Os nativos do Estado nordestino têm até este domingo para conferir as milhares de novidades artesanais expostas no Atlantic City, vindas de países dos quatro cantos do globo e de outras regiões brasileiras.

Cerca de 100 estandes estão apresentando artigos confeccionados manualmente por artesãos de Marrocos, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Tunísia, Líbano e Síria. Entre os principais destaques, podemos citar narguilés, objetos de decoração, peças marchetadas, toalhas de mesa, luminárias, capas de almofada, essências de perfumes, bijuterias, móveis, papiros, roupas e muito mais.

O evento também representa uma grande oportunidade de promoção do artesanato local. Um espaço especialmente reservado aos artistas naturais do Piauí apresenta peças manufaturadas e exemplos da culinária típica.

Para os iniciantes no ramo artesanal, estão sendo organizadas várias oficinas sobre técnicas como bijuterias em semente, trabalhos com jornais reciclados, entre outros.

O horário de funcionamento da feira é das 17h às 22h. Não perca, é até domingo!
Serviço:
Atlantic City – Av. Raul Lopes, 1.000, Noivos, Teresina (PI).
Contatos da orgnaização do evento (CHARP):  tel.: (61) 3386-4677.

Fonte: A Voz da Cidade

Quinta-feira, o grupo de Mães e Amigas da Vila Ursulino realiza a Feira de Artesanato e Comida Típica, na praça ao lado do Palácio Barão de Guapy, no Centro. O evento acontecerá às 13h30min. Na feira poderão ser encontrados diversos tipos de trabalhos manuais, como crochê, tapete de retalhos, produtos feitos com materiais reciclados e bordados ponto de cruz, além de produtos alimentícios, como bolo, doces e salgados.

Há seis anos o grupo realiza, em maio, a feira no Colégio Municipal Doutor Elvino Alves Ferreira, na Vila Ursulino, já promoveu feiras em alguns locais da cidade e agora quer ampliar o trabalho. A feira é uma oportunidade dupla para as mulheres, pois possibilita conseguir uma renda alternativa e a população pode adquirir produtos de qualidade direto do produtor, a um preço mais baixo. “O objetivo é, justamente, criar uma alternativa de renda familiar para completar o orçamento”, afirma Rosaléia Passos, uma das integrantes.

A vereadora Sônia Coutinho (PSB), que tem atuação política forte na região da Vila Ursulino e apoia o grupo, elogia a iniciativa. “É muito importante para as mulheres este trabalho, permite a integração entre elas, reforça os laços de amizade e permite completar a renda familiar”, ressalta.

O próximo evento do grupo será no dia 1º de junho, na Rua Risoleta Nunes, ao lado do campo socaite, no bairro Santa Maria II, coincidindo com a Comissão de Defesa do Consumidor (Codecon) itinerante, projeto da Câmara Municipal.

Fonte: G1

Acervo permanente de Artesanato baiano pode ser visto no Instituo Mauá, no Pelourinho (Foto: Divulgação/SecultBA) Fonte: G1
O Acervo Permanente de Artesanato Baiano do Instituto Mauá, instalado na unidade do Pelourinho, integra a programação da 9ª Semana de Museus, que movimenta a cena cultural de todo o país entre os dias 16 e 22 de maio. Composto por mais de duas mil peças e contemplando a produção de artesãos e comunidades artesanais de aproximadamente 80 municípios, o Acervo abrange as diversas tipologias: cerâmica, madeira, aproveitamento de tecido, instrumento musical, cestaria, vidro, couro, metal, tecelagem, crochê, bordado e renda.

O Acervo do Mauá passeia pelas raízes e o histórico da produção artesanal baiana, revelada em cada peça e contada através de textos explicativos, espalhados pelos nove ambientes que compõem o espaço da exposição.O Acervo Permanente do Artesanato Baiano está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. A visitação é gratuita e pode ser monitorada.

O Acervo Permanente de Artesanato Baiano do Instituto Mauá, instalado na unidade do Pelourinho, integra a programação da 9ª Semana de Museus, que movimenta a cena cultural de todo o país entre os dias 16 e 22 de maio. Composto por mais de duas mil peças e contemplando a produção de artesãos e comunidades artesanais de aproximadamente 80 municípios, o Acervo abrange as diversas tipologias: cerâmica, madeira, aproveitamento de tecido, instrumento musical, cestaria, vidro, couro, metal, tecelagem, crochê, bordado e renda.O Acervo do Mauá passeia pelas raízes e o histórico da produção artesanal baiana, revelada em cada peça e contada através de textos explicativos, espalhados pelos nove ambientes que compõem o espaço da exposição.O Acervo Permanente do Artesanato Baiano está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. A visitação é gratuita e pode ser monitorada.

Esta cestinha é uma ótima ideia, tanto para ajudar a organizar os seus materiais de trabalho quanto para servir pão no chá da tarde.
Tudo vai depender da estampa do tecido e tamanho que você escolher.
Vamos ensinar o passo a passo, para você conseguir fazer ai na sua casa, ou quem sabe fazer para vender na sua loja Dirett.

Dica: Para vender, faça em 3 tamanhos diferentes, assim agrega mais valor, e vai ficar lindo na prateleira.

Você vai precisar de:

  • ½ metro de olegado ou outro tecido duro (olegado são aqueles tecido plastificados/ impermeáveis de um dos lados, esta opção é boa por ser mais fácil de limpar depois)
  • ½ metro de tecido de algodão para o forro
  • Clipes de papel
  • Alfinetes
  • Tesoura
  • Máquina de costura (pode ser aquelas manuais)
  • Tábua e ferro de passar.

Mão a obra:

Passo 1| Cortar o tecido:
Para fazer uma cestinha com um tamanho final de 5×9x5cm, você vai precisar cortar as seguintes peças:

  • Peças curtas de final: 7.5x 6cm (Corte duas partes destas do tecido que ficará para fora e + duas partes do forro)
  • Peças laterais: 7,5x 10cm (Corte duas partes destas do tecido que ficará para fora e + duas partes do forro)
  • Pedaço de fundo: 6x 10cm (Corte uma parte desta do tecido que ficará para fora e + uma parte do forro)

Caso queira fazer uma cestinha em formato diferente, corte as peças no tamanho desejado adicionando 0,5cm para a costura de cada lado.

Passo 2| Costure o forro:

Junte o pedado menor com o maior, lado a lado, e prenda com 3 alfinetes ao longo da lateral, deixando o terceiro alfinete a 0,5cm da borda.
Comece a costura a partir de 0,5cm da e pare nos 0,5cm marcados da borda inferior ” (na parte inferior e superior ficará sem costura)

Faça a mesma coisa em todas as 4 partes. Após isso você terá um “tubo”.
Por dentro vinque as sobras de tecido para fora.

Detalhe da foto mostra os 0.5cm que devem ficar sem costura na parte inferior.

Em seguida prenda de um dos lados a parte do tecido do fundo com os alfinetes para alinhar as pontas.

Dobre as pontas que ficaram com 0,5cm sem costura, assim que você for chegando com a costura em cada esquina.

Ao terminarmos todos os lados, chegaremos neste resultado.

Apare as sobras da costura na diagonal na parte inferior. Isso ajudará a reduzir o volume de tecido no acabamento final.

Agora, dobre a borda superior em 0,5cm para dar o acabamento e por enquanto deixe de lado o forro.

Passo 3| Costure a parte de fora:

Se você estiver trabalhando com o Olegado ai vai uma dica:

  • Para costurar o olegado pelo lado avesso acaba ficando ruim por conta do acabamento da costura, e do lado onde ele é plastificado, alem dele ficar grudando não irá correr no pé da máquina e acaba não permitindo que se costure em máquinas de costuras mais comuns.
    Resolvemos estes problemas cortando umas tiras de papel de seda e colocando sobre a parte plastificada, para assim costurar. Desta forma conseguimos resolver os problemas que o tecidos proporciona.

Para costurar a parte de fora repita o Passo 2, e não esqueça de deixar os 0,5cm sem costura na parte inferior e aparar a costura no final. No olegado não conseguimos utilizar o ferro de passar para fazer o vinco nas costuras, então aqui, usaremos as costas de uma colher, ou uma espatula própria para fazer vinco, se você tiver.

Quando terminado, o forro e a parte exterior terão o mesmo formato e tamanho.

Passo 4| Junte o forro com a parte de fora:

Coloque o forro com a estampa virada para fora, dentro na parte exterior. Encaixe as costuras e ajuste de forma que as sobrinhas de tecido não fiquem emboladas.
Depois use os clipes para prender as duas peças pela parte superior.

Separe algumas tiras de papel de aproximadamente 2cm, para prender junto com o clipes pela parte exterior. Aqui estamos usando papel kraft bem fino, mas você pode usar qualquer outro.

Coloque as tiras de papel do lado plastificado do olegado, desta maneira ele ficará preso juntamente com o restante. (forro, olegado e a tira de papel)

Costure de forma que prenda todo o conjunto pela borda superior. A costura deve ficar entre a dobra que foi feita anteriormente e a borda.

Agora é só você rasgar o papel para tirar. Caso fique algumas pontinhas presas junto com a costura, é utilizar uma pinça para retirar.

Pronto! A sua cestinha está pronta. Para o toque final, basta você dobrar a borda para que parte do forro fique aparecendo para fora e dar uns pontinhos nos cantos onde tem as costuras para fixar.

Fonte.

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Malu Melo
é designer por formação e ama as artes plásticas e artesanato. Adora buscar novas ideias nas horas vagas para imaginar um mundo cheio de produtos lindos e diferentes. Acompanhe suas novidades no twitter @malumelo .

Nesta páscoa tenho visto muita gente optando por ovos de páscoa artesanais, então fiz uma coletânea de imagens com ideias mais do que interessantes.

Quem produz, sabe que, uma ideia diferente é sempre bem vinda para agregar valor ao seu produto, não é? Em muitos casos, pequenos cuidados como uma embalagem bem elaborada e que possa ser reutilizada ou até mesmo brindes como: sachês ou cartão com dica de como dobrar um guardanapo em forma de um coelhinho para o almoço, geram um rendimento muito mais satisfatório.

Aproveitem estas ideias e os passo a passos que estão a baixo e aqueçam esta última semana de vendas com boas ideias e ótimos lucros.

Passo a passo:
- Sachê de coelhinho.
- Dobradura em guardanapo com as formas de orelhinhas. (Este passo a passo está em inglês, caso queira receber em português é só deixar um comentário que enviamos para você!)

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Malu Melo
é designer por formação e ama as artes plásticas e artesanato. Adora buscar novas ideias nas horas vagas para imaginar um mundo cheio de produtos lindos e diferentes. Acompanhe suas novidades no twitter @malumelo .

Fonte: Portal de Artesanato

Evento acontece na próxima sexta-feira (15) e vai reunir artistas de 22 países e 11 estados brasileiros
A cidade de Sinop, no Mato Grosso, vai receber trabalhos feitos à mão por artistas de todo o mundo, durante a 1ª Multi Feira Internacional de Artesanato, que acontecerá nesta sexta-feira, dia 15. A exposição será no Centro de Eventos Dante de Oliveira e vai brindar a inauguração do espaço.

Entre os expositores estão representantes de 22 países, como Índia, Indonésia, Egito, Portugal, Tailândia, França e Arábia Saudita, além de seis países da grande Ásia. Já a ala brasileira está composta com produtos artesanais de 11 Estados: Ceará, Tocantins, Alagoas, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Paraíba e Mato Grosso.

A exposição acontece até o dia 24 de abril, das 16h às 23h. A entrada é gratuita.

Serviço
Centro de Eventos Dante de Oliveira – Avenida Alexandre Ferronato, 1.645, Cidade Jardim – Sinop – Mato Grosso – Tel.: (66) 3511-1920.

Fonte: Portal do Artesanato

Parte integrante do projeto permanente “Reciclando para o Amanhã”, lançado em 2007, o Raposo Shopping realizará a partir do próximo dia 22, oficinas gratuitas de reciclagem direcionadas para maiores de 14 anos.

As aulas são gratuitas e serão ministradas por professores da Instituição Adere, que atende pessoas portadoras de deficiência intelectual. Os encontros acontecerão até o dia 27 de março, das 14h às 15h30 e das 16h às 17h30. Cada turma tem lugar para 15 pessoas.

Curiosidade:
Cada 50kg de papel reciclado salva uma árvore derrubada; 50 kg de metal reciclado evitam que sejam extraídos do solo 5000 kg do material; cada 1 kg de plástico reciclado evita a emissão de 1,5 kg de gás carbônico na atmosfera; e cada 1 kg de vidro reciclado garante 1 kg de vidro novo.

A média de lixo produzida em um dia por uma pessoa é cerca de 2kg, sem falar das sacolas plásticas e garrafas PET, que levam 100 anos para decompor-se, por exemplo.

As incrições são gratuitas e podem ser feitas no balcão de Serviço do Cliente, no piso Raposo, dentro do próprio Shopping.

Confira a programação e faça sua parte, participe desse projeto e ajuda o planeta!

Programação:
22/03 – Pote Multiuso – découpage em vidros.
23/03 – Flores – papel reciclado e filtro de café.
24/03 – Porta-açúcar – sacola plástica.
25/03 – Cestinha de páscoa – pote de margarina.
26/03 – Chaveiro – botão e papel reciclado.
27/03 – Pote Multiuso – découpage em vidros.

Serviço:
Raposo Shopping – Rod. Raposo Tavares, km 14,5, São Paulo (SP) -
Tel.: (11) 3735-0780 – www.raposo.com.br.

Fonte: Portal do Artesanato

A QuilBrasil Produções e a ABPQ, Associação Brasileira de Patchwork e Quilt, realizam em Garopaba (SC), o 2º Patchwork na Praia. O evento acontecerá dos dias 23 a 26 de março, no Armazém do Mar e conta com sete espaços para comercialização de produtos, além de mostras de quilts nacionais e três salas de aulas com cursos e oficinas.

As professoras Hila Leslie e Vanessa Lott ministraram o curso de Capacitação de Professores para o Curso Básico de Patchwork e Quilt, que terá duração de 21 cargas horárias. O valor do curso é de R$ 650 para sócios e R$ 550 para não sócios da ABPQ Associação Brasileira de Patchwork e Quilt.

São 6 oficinas, entre elas:

Panô Hortênsia – Usando técnicas de recorte no tecido, bordado, aplicação sem papel colcante e fuxico, a aula contempla o estilo contemporâneo.
Preço: R$ 150.
Data: 25/03, das 14h às 19h.
Materiais necessários a serem levados:
Hortênsia – tecido 50 x 50 cm de estampa graúda.
Folhas – tecidos (2 claros e 2 escuros) tons de verde, 15 cm de cada.
Vaso – tecidos (1 claro e 1 escuro) tons de marrom, 15 cm.
Fundo – tecido neutro, 50 x 50 cm.
Forro – tecido de 50 x 50 cm.
Fibra – 50 x 50 cm (de preferência de algodão).
Tecido viés – 20 cm.
Linhas – de cores variadas (pode ser as linhas usadas no ponto cruz), miçangas (combinando com o tecido da hortênsia), alfinetes, agulha, linha para costura, tesoura.

Foundation em 3D – Panô em foundation ensinará a técnica de tridimensionalidade.
Preço: R$ 150.
Data: 24/03, das 14h às 19h.
Materiais necessários a serem levados:
Kit cortador (placa, régua e cortador circular).

Bordados à Máquina – A oficina ensinará a criar peças da moda com tecidos coloridos, fitas e fios.
Preço: R$ 150.
Data: 24/03, das 14h às 19h.
Materiais necessários a serem levados:
Tesoura.

Aplicação Dobra com a Agulha – Nesta aula, serão ensinados as dificuldades da técnica, como retas, ângulos retos, ângulos de 45º, curvas côncavas, convexas e círculos perfeitos, sem aparecer a costura.
Preço: R$ 150.
Data: 26/03, das 14h às 19h.
Materiais necessários a serem levados:
Tesoura, lápis 4B, caneta para tecidos, alfinetes, agulha número 12 para aplicação, linha de costura de algodão/ seda para aplicação.
Kit de tecidos oferecidos pela professora.

Estrela Encantada - O foco será a produção de mantas em piecing, aparentemente simples, porém cheia de detalhes.
Preço: R$ 150.
Data: 25/03, das 14h às 19h.
Materiais necessários a serem levados:
Kit cortador (placa, régua e cortador circular).
Material para confecção de uma manta com 1,3m de lado:
Tecido 1 (claro 1 estrela) – 80 cm.
Tecido 2 – (médio) – 60 cm.
Tecido 3 – (escuro) – 1,1 m.
Tecido 4 – (claro 2) – 30 cm.

Bargello – O curso ensinará o que é bargello e como fazê-lo.
Preço: R$150.
Data: 26/03, das 14h às 19h.
Materiais necessários a serem levados:
Kit cortador (placa, régua e cortador circular).
Material para confecção de uma manta com 1,3m de lado: 5 cm de 13 tecidos diferentes que combinem entre si.

O valor do curso ou oficinas devem ser pagos na inscrição feita pelo site www.patchworknapraia.com.br/inscricoes.php, em até 3 ou 2 vezes, respectivamente. O ingresso é 1kg de alimento não perecível para visitantes, não participantes de oficinas ou curso.

Serviço
Armazém do Mar – R. Ptolomeu Bitencourt, 44, Bairro Ferraz, Garopaba (SC) – Tel.: (54) 3286-7847 – www.patchworknapraia.com.br.