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Categoria : Geral

Pesquisa Loja dos Sonhos 2011

Boa sexta-feira a todos!

Efetuamos uma pesquisa para saber como os nossos usuários gostairiam que fosse a loja dos sonhos de artesanato. Tivemos muitos participantes, entre eles, 3 sortudas que ganharam, cada uma, um par de vale-ingressos do Cinemark para se divertir e buscar mais inspiração para seus trabalhos.

Os nomes das ganhadoras são:

Valéria Santos
Tânia Ribeiro
Dalva Silva

Se o seu nome apareceu na lista e você não recebeu nosso aviso por e-mail, envie-nos um e-mail para dirett@dirett.com.br com seu nome completo e endereço para enviarmos seus vales. IMPORTANTE: O e-mail do remetente deve ser o e-mail cadastrado no sistema e no momento da pesquisa.

Agradecemos a todos que participaram! Aguardem as próximas promoções!


Sabe aquela lâmpada que queimou e não sabemos o que fazer com ela? Ou até mesmo o óleo de cozinha que muitas vezes não sabemos onde e como descartá-lo? E o cadarço ou meias que já estão velhos e que acabamos jogando no lixo quando compramos outro?

Neste post eu vou mostrar para vocês maneiras bacanas de reaproveitar estes materiais, ajudar o meio ambiente e contribuir para a decoração ou orçamento da casa.

Deixando as lâmpadas vazias, limpas e prontas para serem reutilizadas.

Você vai precisar de:

  • 1 alicate de bico
  • 1 chave de fenda
  • 1 tesoura
  • 1 Cola
  • 1 pinça
  • bases de silicone ou uma arruela de metal
  • luvas e óculos de proteção

ATENÇÃO: Não use lâmpadas fluorescentes. Algumas podem até parecer interessantes pelo formato, mas o pó usado no interior delas é muito tóxico. Você irá trabalhar com vidro, portanto não esqueça de utilizar os óculos e as luvas de proteção, ok?

Mãos a Obra:

Passo 1 | Tirando a ponta da lâmpada.

Com o alicate de bico, aperte a ponta da lâmpada. Vá apertando até que ela amasse. Em seguida puxe.

Depois remova o vidro preto, nesta etapa tome cuidado e segure firme a lâmpada, pois este vidro é grosso e vai exigir certa força para removê-lo. Ficará somente a parte do metal. Agora você conseguirá ver a parte interna da lâmpada.

Passo 2 | Retirando o filamento. (parte interna da lâmpada)

Com a ajuda da chave de fenda, quebre o “filamento” interno da lâmpada. Coloque-o em posição de uma “alavanca” e gire-o.
Desta forma você irá despedaçar esta parte interna.

Passo 3 | Tirando os fios e Limpando.

Depois, com o alicate, retire o restante dos fios que sobraram. Certifique-se que não sobrou nenhum pedacinho de vidro na borda interna da lâmpada e caso tenha sobrado, retire com a ajuda da chave de fenda.
Limpe bem a lâmpada por dentro, utilizando um lencinho. Caso a sua lâmpada seja daquelas brancas, é só colocar um pouco de sal ou areia dentro da lâmpada e agitar até que toda a “tinta” branca saia. Depois descarte o sal.

Passo 4 | Colocando as bases.

Agora, passe um pouco de cola na arruela e fixe a lâmpada em cima de forma que a lâmpada pare em pé. Caso você não for usar nada que esquente a lâmpada, você poderá utilizar as bases de silicone ao invés da arruela.

Prontinho, agora temos uma lâmpada vazia para poder trabalhar em muitas idéias interessantes.

Você deve estar se perguntando: Certo, e onde está o óleo, o cadarço velho?
Eu diria que o mais difícil está em preparar a lâmpada. Daqui em diante você pode escolher o caminho que quer seguir. Preparei 2 formas diferentes para que a lâmpada seja utilizada.

Vejam:

Lamparinas

Você vai precisar dê:

  • A lâmpada que utilizamos na etapa anterior.
  • Cadarço de algodão ou uma meia velha (aqui o importante é que o tecido seja de algodão, pois tecidos que contém fibras sintéticas queimam muito rápido)
  • Óleo de cozinha usado e filtrado (usamos o óleo de cozinha, pois ele tem característica não inflamável. O que torna a Lamparina muito mais segura)
  • Uma tampinha metálica.
  • Fita crepe, Martelo, Prego pequeno, Tesoura.

Mãos a Obra:

Passo 1 | Pegue a tampinha e com a ajuda do martelo e do prego, faça um furo no meio da tampa.

Passo 2 | Corte uma tira da meia velha, com aproximadamente 1,5 cm x 15 cm. Se preferir use o cadarço.

Passo 3 | Veja que a tampa fica com uma folga e não fecha perfeitamente. Use a fita crepe e envolva o bulbo da lâmpada para a tampa encaixar bem. Retire o excesso da fita com a tesoura.

Passo 4| Coloque o óleo dentro da lâmpada. Para ajudar nesta etapa, você pode fazer um cone de papel.

Passo 5 | Pegue a tampinha e passe o cadarço de algodão pelo furo com a ajuda do prego, deixe na parte de cima um pedaço de 1,5cm. Depois tampe a lâmpada e aperte bem.

Prontinho, agora é só você acender a sua lamparina com a ajuda de um isqueiro ou fósforo.

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Mais um Terrário para a sua coleção

Você vai precisar dê:

  • Areia
  • Folha de musgo preservado, renas, e tillandsia.
  • Pedrinhas ou o que preferir para decorar.

Mãos a Obra:

Passo 1 | Caso a areia utilizada seja de praia, enxágüe-a para retirar todo o sal. Como precisamos da areia seca, vamos colocá-la em uma assadeira em forno com temperatura de 300°. Se preferir, pode deixar ela secando naturalmente por alguns dias.

Passo 2 | Utilize um funil feito com papel ou até mesmo a ajuda de um papelão dobrado para colocar a areia dentro da lâmpada.

Passo 3 | Coloque o musgo com a ajuda de uma pinça ou palito. Cobrir toda a areia é uma escolha sua, em nossa opção colocamos só um pouquinho.

Passo 4 | Coloque a sua plantinha e decore com pedrinhas ou objetos em miniatura, como por exemplo: Pessoinhas, tartarugas, borboletinhas, florzinhas e etc.

Agora é só usar a sua criatividade e colocar a mão na massa!

Adoraria ver alguma destas idéias aqui pelo dirett para eu poder comprar e ter em casa. Alguém se habilita?

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Malu Melo
é designer por formação e ama as artes plásticas e artesanato. Adora buscar novas ideias nas horas vagas para imaginar um mundo cheio de produtos lindos e diferentes. Acompanhe suas novidades no twitter @malumelo .

Com a meta de aumentar em pelo menos um dia a permanência do turista no estado, que gasta neste período uma média de R$ 1 mil reais, o Ministério do Turismo realizou uma pesquisa inédita que diagnosticou a situação da produção artesanal no Rio Grande do Sul. Os resultados foram apresentados nesta segunda-feira (25), às 9h, no Hotel Everest, em Porto Alegre, no seminário Artesanato Gaúcho Associado ao Turismo: um novo cenário mercadológico.

O estudo foi realizado pelo Itelap (Instituto Tecnológico Latino-americano de Pesquisas e Desenvolvimento), entre fevereiro e junho de 2011, em 32 municípios de sete regiões turísticas.

O seminário ocorre também na terça e quarta-feira, entre 9h e 18h, e será composto por 11 horas de oficinas de capacitação profissional para 64 artesãos de sete regiões do estado e uma exposição gratuita e aberta ao público com mais de 200 peças de artesanato. Atualmente, são mais de 35 mil artesãos ativos e cadastrados no Programa Gaúcho do Artesanato da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social. O objetivo é mostrar aos agentes de viagem, empresários e sociedade a qualidade da produção artesanal.

“Queremos agregar valor aos pacotes turísticos mostrando a produção artesanal gaúcha, que é de alta qualidade”, afirma a coordenadora geral do projeto, Doroti Collares.

De acordo com dados preliminares sobre o perfil do artesão gaúcho, a renda média é de aproximadamente R$ 600,00 por mês, mais de 80% são do sexo feminino e mais de 70% estão na faixa etária de 41 a 70 anos.
Para a escolha dos 32 municípios de sete regiões turísticas do estado, o estudo levou em conta critérios como cultura popular, cultura da região, abundância de matéria-prima, fluxo turístico e potencialidade dos produtores se organizarem para aplicação da metodologia do manual da produção associada ao turismo.

Na terça-feira (26), serão realizadas oficinas vivenciais com temas como “Quem é o artesão?”, “Quanto vale o meu trabalho?”, “Estou satisfeito com o preço?”, entre outros. E na quarta-feira (27) elas seguem com as temáticas “Método de trabalho”, “Organização do tempo”, “Produtividade x acabamento”, “Competição artesanal x industrial”, entre outros.

Durante os três dias do evento, serão expostas mais de 200 peças artesanais, com objetivo de mostrar sua qualidade e diferenciação. Além de criações individuais, serão apresentadas peças de projetos divididos por regiões como a Grande Porto Alegre, Mão Gaúcha, Costa Doce, Bichos do Mar de Dentro, Ladrilã e Redeiras, Rotas das Terras, Safras , Pampa, Coama, Favos do Sul e Lã Pura, Litoral Norte e Mãos de Imbé.

Fonte: Paraiba.com.br

O programa de Artesanato da Paraíba irá promover, desta quinta-feira (9) até o dia 26 deste mês, o 14º Salão de Artesanato em Campina Grande, durante a realização do Maior São João do Mundo. O evento, que acontece na Avenida Severino Cabral, no bairro do Catolé, é uma iniciativa da Secretaria de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico, através do Programa de Artesanato da Paraíba, com a parceira e o patrocínio do Sebrae e Banco do Brasil.

O programa de Artesanato da Paraíba irá promover, desta quinta-feira (9) até o dia 26 deste mês, o 14º Salão de Artesanato em Campina Grande, durante a realização do Maior São João do Mundo. O evento, que acontece na Avenida Severino Cabral, no bairro do Catolé, é uma iniciativa da Secretaria de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico, através do Programa de Artesanato da Paraíba, com a parceira e o patrocínio do Sebrae e Banco do Brasil.

Durante o 14º Salão, serão apresentadas as produções de 3.400 artesãos, somando mais de 5 mil produções em exposição, entre trabalhos manuais, artesanato e gastronomia. A expectativa de público é de mais de 200 mil visitas durante o evento.

Peças como renda (renascença e labirinto), esculturas de madeira e cerâmica, tecelagem (algodão colorido e tradicional), produtos de decoração e utilitários, brinquedos populares, artigos em palha, sisal, couro e pedras semipreciosas, batique e patch-work, entre outros, serão apresentadas durante a mostra, oriundas de oito regiões do Estado onde existem arranjos produtivos tradicionais, desde o Litoral, Zona da Mata, Compartimento da Borborema, Cariri Oriental e Ocidental, Curimataú, Sertão do Piancó e do Alto Piranhas.

Além de todas as tipologias de artesanato paraibano, o 14º Salão de Artesanato Paraibano conta com a gastronomia regional como mais um atrativo complementar. A programação também é enriquecida por apresentações musicais de grupos regionais, bandas de pífano e apresentações de literatura de cordel, que demonstram a preocupação em preservar manifestações populares.

A mostra deverá explorar a xilogravura e o cordel de José Costa Leite, além, das esculturas em madeira de Maritônio Souza Portela, em diversas representações, entre santos, anjos e pessoas, num cenário de Festejos Juninos.

Fonte: G1

Cristina Franco é uma otimista na essência. A jornalista e consultora de moda é uma ativa defensora do artesanato brasileiro, que, para ela, está cada vez mais sendo aceito, admirado e comprado pelos compatriotas. “Nelson Rodrigues dizia que brasileiro tem ‘complexo de vira-lata’. Acho que, agora, a gente parou de ter dificuldades de se olhar no espelho”, afirmou ela, durante a palestra “A importância de uma forte marca Brasil na difusão e sustentabilidade do artesanato brasileiro”, realizada nesta sexta-feira (27), na 18ª edição do Senac Rio Fashion Business.

“A palavra ‘brasilidade’, hoje, é mais assumida”, afirmou Cristina. O otimismo da jornalista se deve ao fato de, mesmoacreditando que há muito preconceito do próprio povo brasileiro, ela enxerga que, hoje, o artesanato nacional é muito mais valorizado do que há algumas décadas.

“Não é um processo simples, porque muita gente ainda usa produtos estrangeiros, mesmo de uma qualidade inferior, por uma questão de status: para ter segurança e ser aceita em determinado grupo”, explicou. “Mas não podemos ser tão cruéis, pois compreender o artesanato faz parte de um aprendizado. É preciso entender que o artesanato, uma renda, uma estampa com uma iconografia nossa, dá uma identidade brasileira à moda”, complementou.

Entretanto, Cristina acredita que é preciso ter mais ação e projetos do governo e de empresários para tonar o artesanato brasileiro mais conhecido e, consequentemente, vender mais. “Todo mundo tem que trabalhar, inclusive o poder público e a iniciativa privada”, enfatizou. Mas ela faz uma ressalva: “As coisas estão caminhando, mas os artesãos não podem ficar esperando nada cair do céu”.

Artesanato sem assistencialismo
Na palestra, a jornalista enfatizou que o artesão não pode ser tratado de forma assistencialista, mas tem que, sim, receber uma boa remuneração para poder viver bem com a produção das peças. “O artesanato não pode ser barato. Quanto tempo a pessoa leva para fazer uma peça?”, questionou Cristina. “Essa pessoa tem que ser bem remunerada, para poder ter qualidade de vida e poder se sustentar produzindo artesanato.”

A jornalista enxerga que, nos próximos anos, os vários eventos que vão ser realizados no Brasil – Jogos Mundiais Militares, Rio+20, Copa do Mundo e Olimpíadas – serão excelentes oportunidades para a expansão do setor de artesanato brasileiro. “São janelas enormes que, se bem trabalhadas, deixam legados”, frisou.

Cristina afirma que “os nichos para o nosso artesanato são absurdos”. Segundo ela, é necessário segmentar e entender que tipo de artesanato pode ser direcionado a cada espécie de turista ou classe social. “Muitos milionários querem o superexclusivo, aquilo que é feito a mão e que não vão existir dois iguais”, ressaltou.

“É muito importante aproveitar essa visibilidade que o Brasil tem hoje. O país tem muito a ver com cor, com alegria, e exerce um fascínio no imaginário internacional”, comentou Cristina. “A marca Brasil existe e, se bem trabalhada, é um grande selo de qualidade para vender esse país.”

Com todas essas possibilidades em vista nos próximos anos, Cristina Franco ressaltou a necessidade de se qualificar os artesãos brasileiros desde já. “O exemplo vem da Índia, que sempre teve uma enorme vocação artesanal, mas que baixou muito o padrão nos últimos tempos. O governo de lá está fazendo uma meta anual: qualificar 10 milhões de pessoas para recuperar o artesanato de altíssima qualidade daquele país”, finalizou.

Fonte: EPTV

O 3º Concurso de Arte Consciente, promovido pela WR São Paulo, durante a Mega Artesanal, que acontece de 28 de junho (dia do lojista) a 3 de julho, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, abre inscrições.
Todo cidadão preocupado com as questões ambientais pode soltar a imaginação e criar peças com material reciclável ou reutilizado e participar do concurso. Embalagens, objetos antigos ou elementos encontrados na natureza podem ser transformados em peças criativas.

Vale caixa de creme dental, garrafas pet, vidros de conserva, lâmpadas queimadas, revistas antigas, folhas, pedras e sementes, tudo combinado em um objeto de arte. A exigência é que os trabalhos sejam confeccionados manualmente e meçam no máximo 35 cm de largura por 50 cm de altura.

A inscrição é gratuita e os trabalhos devem ser enviados até o dia 7 de junho para a sede da WR São Paulo (Rua Amélia Corrêa Fontes Guimarães, 556, Morumbi. CEP: 05617-010, São Paulo, SP). O regulamento completo está no endereço: http://www.megaartesanal.com.br/regulamento_wr_consciente_2011.pdf.

A escolha dos vencedores é feita por uma comissão composta por 5 jurados, nomeados pela própria WR e irá considerar a originalidade, a compatibilidade com o tema, a criatividade, o impacto inicial, o grau de dificuldade, a inovação, o design e o acabamento.

A premiação será no dia 2 de julho, às 18h, no estande da WR Consciente na Mega Artesanal. Os três primeiros colocados receberão ferramentas da Dremel e kits Mega Artesanal com diversos itens para artesanato.

Mais informações sobre o 3º Concurso de Arte Consciente podem ser obtidas na WR São Paulo pelo email: priscila.ramos@wrsaopaulo.com.br

Serviço:
Mega Artesanal 2011
Data: 28 de junho (dia do lojista)
De 29 de junho a 03 de julho (aberto ao público em geral)
Local: Centro de Exposições Imigrantes – São Paulo / SP
Endereço: Rod. dos Imigrantes, Km. 1,5
Horários: 28 de junho, das 11h às 19h; 29 de junho a 2 de julho, das 11h às 19h; dia 3 de julho, das 11h às 17h
Ingresso: R$ 10,00
Proibida a entrada de menores de 12 anos
Mais informações: www.megaartesanal.com.br

Fonte: Portal do Artesanato

A FAM – Feira do Artesanato Mundial – está agitando Teresina (PI) desde a última sexta-feira, e entra agora em sua reta final. Os nativos do Estado nordestino têm até este domingo para conferir as milhares de novidades artesanais expostas no Atlantic City, vindas de países dos quatro cantos do globo e de outras regiões brasileiras.

Cerca de 100 estandes estão apresentando artigos confeccionados manualmente por artesãos de Marrocos, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Tunísia, Líbano e Síria. Entre os principais destaques, podemos citar narguilés, objetos de decoração, peças marchetadas, toalhas de mesa, luminárias, capas de almofada, essências de perfumes, bijuterias, móveis, papiros, roupas e muito mais.

O evento também representa uma grande oportunidade de promoção do artesanato local. Um espaço especialmente reservado aos artistas naturais do Piauí apresenta peças manufaturadas e exemplos da culinária típica.

Para os iniciantes no ramo artesanal, estão sendo organizadas várias oficinas sobre técnicas como bijuterias em semente, trabalhos com jornais reciclados, entre outros.

O horário de funcionamento da feira é das 17h às 22h. Não perca, é até domingo!
Serviço:
Atlantic City – Av. Raul Lopes, 1.000, Noivos, Teresina (PI).
Contatos da orgnaização do evento (CHARP):  tel.: (61) 3386-4677.

Fonte: A Voz da Cidade

Quinta-feira, o grupo de Mães e Amigas da Vila Ursulino realiza a Feira de Artesanato e Comida Típica, na praça ao lado do Palácio Barão de Guapy, no Centro. O evento acontecerá às 13h30min. Na feira poderão ser encontrados diversos tipos de trabalhos manuais, como crochê, tapete de retalhos, produtos feitos com materiais reciclados e bordados ponto de cruz, além de produtos alimentícios, como bolo, doces e salgados.

Há seis anos o grupo realiza, em maio, a feira no Colégio Municipal Doutor Elvino Alves Ferreira, na Vila Ursulino, já promoveu feiras em alguns locais da cidade e agora quer ampliar o trabalho. A feira é uma oportunidade dupla para as mulheres, pois possibilita conseguir uma renda alternativa e a população pode adquirir produtos de qualidade direto do produtor, a um preço mais baixo. “O objetivo é, justamente, criar uma alternativa de renda familiar para completar o orçamento”, afirma Rosaléia Passos, uma das integrantes.

A vereadora Sônia Coutinho (PSB), que tem atuação política forte na região da Vila Ursulino e apoia o grupo, elogia a iniciativa. “É muito importante para as mulheres este trabalho, permite a integração entre elas, reforça os laços de amizade e permite completar a renda familiar”, ressalta.

O próximo evento do grupo será no dia 1º de junho, na Rua Risoleta Nunes, ao lado do campo socaite, no bairro Santa Maria II, coincidindo com a Comissão de Defesa do Consumidor (Codecon) itinerante, projeto da Câmara Municipal.

Fonte: G1

Acervo permanente de Artesanato baiano pode ser visto no Instituo Mauá, no Pelourinho (Foto: Divulgação/SecultBA) Fonte: G1
O Acervo Permanente de Artesanato Baiano do Instituto Mauá, instalado na unidade do Pelourinho, integra a programação da 9ª Semana de Museus, que movimenta a cena cultural de todo o país entre os dias 16 e 22 de maio. Composto por mais de duas mil peças e contemplando a produção de artesãos e comunidades artesanais de aproximadamente 80 municípios, o Acervo abrange as diversas tipologias: cerâmica, madeira, aproveitamento de tecido, instrumento musical, cestaria, vidro, couro, metal, tecelagem, crochê, bordado e renda.

O Acervo do Mauá passeia pelas raízes e o histórico da produção artesanal baiana, revelada em cada peça e contada através de textos explicativos, espalhados pelos nove ambientes que compõem o espaço da exposição.O Acervo Permanente do Artesanato Baiano está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. A visitação é gratuita e pode ser monitorada.

O Acervo Permanente de Artesanato Baiano do Instituto Mauá, instalado na unidade do Pelourinho, integra a programação da 9ª Semana de Museus, que movimenta a cena cultural de todo o país entre os dias 16 e 22 de maio. Composto por mais de duas mil peças e contemplando a produção de artesãos e comunidades artesanais de aproximadamente 80 municípios, o Acervo abrange as diversas tipologias: cerâmica, madeira, aproveitamento de tecido, instrumento musical, cestaria, vidro, couro, metal, tecelagem, crochê, bordado e renda.O Acervo do Mauá passeia pelas raízes e o histórico da produção artesanal baiana, revelada em cada peça e contada através de textos explicativos, espalhados pelos nove ambientes que compõem o espaço da exposição.O Acervo Permanente do Artesanato Baiano está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. A visitação é gratuita e pode ser monitorada.

Apesar do sistema Dirett aceitar diversos formatos e tamanhos de arquivo, ainda recebemos muitas dúvidas sobre como recortar ou mudar o tamanho de fotos para cadastro nas lojas. Por isso, desenvolvemos um passo-a-passo que ensina de forma fácil a recortar e redimensionar as imagens com um programa simples que não precisa de instalação: o Picnik.

O Picnik é uma ferramenta que faz edição de imagens online gratuitamente e não precisa fazer cadastro, é só acessar e utilizar: www.picnik.com

Vamos ao passo-a-passo:

1.Acessando o Picnik.com
Acesse o endereço: http://www.picnik.com e clique no botão “Comece já”, como mostrado na imagem abaixo:

2. Escolhendo a foto para editar/cortar
Na segunda tela do site, clique no botão “Fazer upload de uma foto” e escolha a imagem que você deseja editar, que está em uma pasta do seu computador.

3. Cortando a imagem
Após escolher sua imagem e vê-la na tela, aparecerão botões no topo com opções para edição da foto. Clicando no botão “Cortar” aparecerá uma caixa de ajuda e uma marcação, para você selecionar a área que você quer manter na foto após o corte. Selecione a área clicando e arrastando as extremidades do retângulo mais claro e depois clique no botão “OK”

4. Mudando o tamanho a foto
Após recortar a foto, selecione a opção “Salvar foto em Meu Computador” que aparecerá na tela. Uma tela com opções de tamanho (redimensionamento) da imagem irá aparecer. Digite o tamanho 440 para a largura, a altura muda automaticamente na proporção da sua imagem.

Depois é só clicar no botão “Salvar Foto”

5.Salvando a foto recortada
Depois de cortar a foto,  selecionar as opções de tamanho e clicar em “Salvar foto”, utilize a janela do Windows para selecionar a pasta onde você quer salvar e colocar um nome em sua imagem recortada.

Clique em “Salvar” e a tela abaixo aparecerá, confirmando que sua imagem foi gravada e está pronta para ser utilizada.

Caso você queira apenas redimensionar ( mudar o tamanho)  sua imagem, basta pular o Passo 3. O restante do fluxo é todo igual.

Agora ficou fácil para alterar suas fotos e colocar no Dirett para atrair mais vendas, certo?
Lembrando que você pode enviar fotos de qualquer medida para o Dirett,o sistema ajusta para o formato necessário automaticamente. Porém, para evitar lentidão no processamento da sua imagem, o peso do arquivo das fotos não pode exceder 2Mb e os formatos de arquivo aceitos são JPG, JPEG, GIF e PNG.