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Categoria : Geral

Como vender na internet

Existem muitos caminhos para vender na internet. A forma mais simples e rápida é montar sua loja em um portal de artesanato reconhecido por milhares de usuários e com muitas visitas no mês, assim, você já começa sua loja com muitas visitas e grandes possibilidades de sucesso.

Criar sua loja no Dirett é fácil e rápido, basta seguir alguns passos simples, acompanhe:

Passo 1 – Escolha seu plano

De acordo com o que e quanto você pretende vender, existe um plano ideal no Dirett. Para quem vende pouco e está começando, pode assinar a Loja Grátis para se acostumar com o sistema ou escolher a Super Loja, que aceita mais produtos e tem mais visibilidade no site.  Se a ideia é começar com uma grande divulgação, a Mega Loja é ideal. Acesse a página de planos, analise as vantagens e escolha o seu: www.dirett.com.br/planos/

Passo 2 – Crie sua conta

Após escolher seu plano, você faz um rápido cadastro de usuário. Com ele, você pode  utilizar o Dirett para fazer compras, acompanhar seus pedidos no site e já pode montar sua loja.

3 – Monte sua loja



Agora é a hora de criar a sua loja. Dependendo do plano escolhido você tem opções de customização.
No plano Mega Loja você começa incluindo o topo personalizado da sua loja virtual, que pode ter a marca da loja, foto dos produtos ou de uma promoção. Enfim, este espaço você utiliza como quiser para promover seus produtos. É a fachada da sua loja. Depois, você cadastra os dados da sua loja e pronto! Clicando no botão “Cadastrar” sua loja estará criada e pronta para uso.

A partir daqui, você já tem seu endereço personalizado (nomedaloja.dirett.com.br) e pode começar a inserir produtos e vender para todo o país!

Clique aqui para criar sua loja na internet agora. Se tiver dúvidas, você pode contar sempre com o Atendimento Dirett, acessando a página de contato.

Fonte: G1

Bijuterias feitas com capim dourado, cosméticos à base de café e ingredientes amazônicos, chá mate orgânico solúvel e até pequenas usinas de biodiesel estão entre os produtos que micro e pequenos empresários brasileiros escolheram para garantir espaço no disputado mercado internacional. Ao investir em nichos “abrasileirados”, esses empreendedores buscam reduzir a concorrência e atender à demanda cada vez maior por produtos sustentáveis em todo o mundo.

É em Diadema, no ABC Paulista, que a Arte dos Aromas fabrica cosméticos orgânicos inspirados na Amazônia, usados por consumidores da Dinamarca, Lituânia e Itália.

Entre os produtos estão shampoos, sabonetes, cremes faciais e sais de banho, todos feitos com ingredientes orgânicos, como óleos de castanha, babaçu, buriti e andiroba, além de extrato de açaí e manteiga de cupuaçu, explica a diretora comercial Geysa Belém.

Os ingredientes vêm de comunidades de regiões amazônicas. Alguns são adquiridos de cooperativas locais, sem intermédios de outras empresas, e outros, por meio de um distribuidor.

Geysa afirma que as exportações começaram em julho de 2009 e foram crescendo aos poucos. Em 2010, a empresa teve crescimento de 15% e as vendas internacionais foram responsáveis por 7% do faturamento. Para este ano, a expectativa é crescer até 20% e aumentar a participação com exportações para 15% do faturamento.

Apesar dos resultados, Geysa afirma que não foi fácil começar o comércio com outros países. “É preciso seguir as normas deles, ter certificação”, diz. Para conseguir a certificação, que dá aos cosméticos o rótulo de orgânicos, foram necessários dois anos de trabalho, revela.

“Por enquanto, os produtos orgânicos são um diferencial a mais no Brasil (…). Aqui, as grandes empresas ainda não estão trabalhando com esse conceito”, diz. Para Geysa, o consumidor brasileiro ainda não tem o costumo de ler os rótulos e ver como os produtos são feitos.

Adaptação
A chance de conseguir um espaço no mercado internacional muitas vezes está justamente em identificar as necessidades dos países e adaptar os produtos brasileiros a elas, avalia o diretor de negócios da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) no Brasil, Maurício Borges.

“Independente do porte da empresa, sempre haverá espaço para quem oferece produtos diferenciados, inovadores e de alta qualidade”, avalia. A agência atua para inserir empresas no mercado internacional com soluções em áreas como qualificação para exportação, promoção comercial e apoio à internacionalização. No Brasil, são mais de 12 mil empresas apoiadas, sendo 94% micros, médias e pequenas.

Bijuterias de capim
A pequena empresária Fabiana Bezerra viu no capim dourado disponível nas fazendas da família uma possibilidade de “inventar moda”. Em 2007, criou a Art Da Terra, no Tocantins, e iniciou a produção de bijuterias feitas com o capim e outras matérias-primas, como fios de seda, lãs, palhas e sementes.

Atualmente, os colares e pulseiras da pequena empresária são vendidos para a França, Alemanha, Espanha, Itália, Áustria, Suíça, Portugal, Grécia, Estados Unidos, Japão, Honduras, México e Porto Rico. Com tantos destinos, as exportações representam 95% do faturamento.

As bijuterias são produzidas por artesãos que trabalham em suas próprias casas e são remunerados de acordo com o trabalho de cada peça, revela Fabiana.

“A aceitação e a valorização de um produto artesanal, principalmente feito com produtos naturais, é maior no mercado externo”, diz. De acordo com Fabiana, os preços das mercadorias variam de R$ 15 a R$ 360, em média, para vendas no atacado.

Participação pequena
De acordo com os dados mais recentes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior,  as micro e pequenas empresas correspondiam, em 2009, a 44% do total de estabelecimentos que exportavam no país. As médias correspondiam a 30%. Apesar disso, no valor exportado, as micro e pequenas tiveram participação de apenas 0,9% e, as médias, de 5,6%.

Para o consultor Gilberto Campião, do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), é justamente na segmentação que as micro e pequenas podem tentar melhorar esse resultado. “Se a empresa trabalhar com produtos corriqueiros, não vai ter preço. Para conseguir fazer as vendas, precisa ter segmentação, nicho (…). Fica mais fácil trabalhar com produtos do Brasil, não vai ter chinês, indiano, na concorrência. O preço deixa de ser diferencial, que passa a ser o produto”, diz.

É com a intenção de mostrar esse diferencial comentado por Campião que o Projeto Organics Brasil trabalha promovendo os produtos orgânicos brasileiros no mercado internacional. De acordo com coordenador executivo do projeto, Ming Liu, todo o produto orgânico trabalha três conceitos básicos: segurança alimentar, questão ambiental e questão social.

“O Brasil tem toda a característica com produtos com princípios ativos próprios (…) Há também o clima, a biodiversidade. Trabalhamos com uma imagem que o Brasil é orgânico”, diz.

Cosméticos de café
Foi com o conceito de produto sustentável que Vanessa Vilela se inspirou na tradição do café em Minas Gerais para criar, em 2007, a linha de cosméticos Kapeh, com produtos à base de café.

Formada em farmácia e bioquímica, Vanessa conta que buscou desenvolver uma marca de cosméticos diferente do que havia no setor. Ela explica que resolveu apostar nas exportações por conta da “brasilidade do café e dos produtos”. Atualmente, as exportações giram em torno de 5% dos negócios e vão para Portugal e Holanda

Em 2010, a marca teve crescimento de 250% e as expectativas para 2011 é de crescer mais 300%. O planejamento para este ano também é de ampliar a atuação no exterior para alguns países do Oriente.

Para isso, a empresa também buscou certificação. De acordo com Vanessa, a certificação é holandesa e assegura a qualidade do grão e uma produção rastreada e sustentável.

Qualificação
Por conta dos investimentos e preparação necessários para entrar no mercado internacional, como planejamento e pesquisa de mercado, a microempresa Ceni Mate Organico, do Paraná, está indo com calma antes de iniciar as exportações. Paola Ceni, diretora de marketing e vendas, explica que as pesquisas iniciaram em 2008 e as vendas internacionais ainda não começaram.

A empresa, que há 20 anos cultiva folha orgânica de mate e revende para grandes empresas nacionais, criou um produto final para competir no exterior, o chá mate orgânico solúvel. “Vimos uma oportunidade exatamente para exportação”, diz. “O chá é instantâneo. É só misturar com água gelada e ainda mantém todas as propriedades da erva mate. Estamos acreditando muito nesse produto para exportação, pois não pesa muito e tem volume pequeno”, acrescenta.

Paola buscou apoio na Apex e atualmente está profissionalizando setores internos para garantir o sucesso das exportações. “Em julho, vamos começar a prospecção nos mercados por meio de feiras e visitas (…). Temos em mente mercados como Uruguai, Chile, Alemanha e Estados Unidos”. De acordo com Paola, já há uma empresa que compra as folhas para exportar o produto a granel.

Usinas de biodiesel
Um pouco mais avançada que a empresa de mate, a Biotechnos Projetos Autossustentáveis está com as negociações em andamento para iniciar as exportações de pequenas usinas de biodiesel para a África do Sul, explica o gerente comercial e de marketing Alexandre Lombello.

De acordo com Lombello, o foco da empresa são os mercados da África e da América do Sul. “Essas regiões têm os mesmos problemas sociais que temos aqui, concentração de riqueza e grande massa populacional abaixo da linha da miséria, onde projetos sociais com viés de sustentabilidade se tornem fato”, diz. As máquinas produzem o biodiesel com óleo de gordura animal ou vegetal. De acordo com ele, comunidades podem colher o óleo, como o de cozinha, para a fabricação do combustível.

Lombello explica que a empresa está desenvolvendo um microequipamento, bem menor dos vendidos no Brasil, para adaptar à realidade daquele país. A microusina que provavelmente chegará à África terá capacidade de produção de até 100 litros de biodisel, sendo que no Brasil o mínimo é de 1 mil e há projetos para 10 mil litros.

No Brasil, os equipamentos são adquiridos por ONGs ou projetos sociais de administrações públicas. De acordo com ele, a legislação brasileira não permite a revenda de biodiesel diretamente ao público final, mas há clientes que também compram o equipamento com o intuito de oferecer o biodiesel à Petrobras.

“Exportar não é tão difícil. É igual investir na bolsa de valores, todo mundo acha interessante, mas não sabe como fazê-lo”, diz.

Imagino que todos gostem de brigadeiro não é?
Cada dia que passa sugem maneiras de se fazer e de vender mais diferentes e hoje eu trago uma que quase nunca vejo as pessoas fazerem.
Uma vez navegando por ai encontrei em um site de fora (desculpem a falha, mas não me lembro qual era), colheres de brigadeiro confeitadas. Achei lindo e resolvi eu mesma fazer.

Então para este post escolhi compartilhar com vocês a minha receita, os truques e as fotos, e quem sabe daqui para frente não encontramos mais delas por aí.

Receita

  • 1 lata de leite condensado
  • 3 colheres de sopa de chocolate do padre em pó.
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 1 colher de sopa de creme de leite
  • 2 colheres de leite ninho
  • 25g de confeito que você preferir
  • 30 colheres de sobremesa de plástico ou a que você preferir

Modo de Preparo

  • Junte em uma panela o leite condensado com o chocolate do padre e  a manteiga. Misture até que a manteiga dissolva totalmente.
  • Leve a panela ao fogo médio e mexa até que o brigadeiro fique mais durinho. (o ideal é que ele fique entre o ponto de colher e o ponto de enrrolar)
  • Tire do fogo e misture o creme de leite e o leite ninho.
  • Mexa bem até que o leite ninho dissolva totalmente.
  • Deixe esfriar um pouco.
  • Quando o brigadeiro estiver morno é só colocar sobre as colheres de plástico com a ajuda de uma colher de café. Tente não colocar muito para que o brigadeiro não caia pelas laterais.
  • Em seguida é só colocar os confeitos que preferir e levar à geladeira por 2 horas.

Rendimento

  • 30 porções

Prontinho! Se quiser, dá para colocar dentro de um saquinho e fazer um lacinho com fita de cetim. Agora é só sair vendendo ou dar para a criançada, eles ADORAM!!!

Gostou da receita?

Então comente aqui em baixo o que achou. Foi curiosa como eu e fez também? Então me mande uma foto para eu colocar aqui no blog para todo mundo ver.

O Concurso de Patchwork em canecas está um sucesso!!!

Inscrições prorrogadas até o dia 07 de fevereiro de 2011! Aproveite.Clique aqui para baixar o molde da caneca de Patchwork, faça a sua e envie uma foto dela para dirett@dirett.com.br

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Malu Melo
é designer por formação e ama as artes plásticas e artesanato. Adora buscar novas ideias nas horas vagas para imaginar um mundo cheio de produtos lindos e diferentes. Acompanhe suas novidades no twitter @malumelo .

Fonte: Jornal na Net

Embu das Artes vive uma verdadeira transformação nos finais de semanas e feriados. A cidade é literalmente invadida por centenas de turistas vindos de diversas partes do mundo para apreciar a concorrida Feira de Artes e Artesanato que acontece nas ruas do Centro Histórico. De acordo com a prefeitura mais de 600 mil turistas passam anualmente na cidade para conhecer a vasta obra dos artistas e artesãos, que expõem e vendem seus produtos há 42 anos.

A Feira mantém Embu em lugar de destaque no cenário artístico internacional e impressiona pela diversidade, qualidade e criatividade dos produtos à venda. Quem visita a Feira de Artes e Artesanato da cidade descobre porque a arte e os artistas ocupam um lugar de destaque na história do município que se prepara para celebrar 52 anos de vida.

Além da diversidade de obras os visitantes tem a oportunidade de encontrar pessoas de várias partes do mundo. Nos restaurantes e bares ao longo da Feira o ambiente acolhedor, música ao vivo e a comida são um atrativo à parte.

O Largo 21 de Abril onde a feira acontece recentemente foi revitalizado pela prefeitura, os jardins ganharam novos contornos e o coreto recebeu um moderno sistema de iluminação.

História
A Feira de Embu das Artes foi criada em 31 de janeiro de 1969, quando os artistas que viviam na cidade estenderam as primeiras lonas no chão da praça para mostrar o seu trabalho. No decorrer dessas mais de quatro décadas, a Feira revelou talentos e contribuiu para solidificar a tendência cultural e artística iniciada com os primeiros artistas que aportaram na cidade, na década de 1950, como Tadakiyo Sakai, Cássio M’Boy e outros.

Nos anos 1970, artistas dos mais variados estilos, muitos ligados ao movimento hippie, se reuniam no Largo 21 de Abril para produzir e vender arte. A Feira hoje conta com mais de 460 expositores e até um Centro de Atendimento ao Expositor (Caex), inaugurado em 2009, no Dia do Artesão (18/3), em que o governo municipal também lançou o selo comemorativo do artesão para ser usado nas embalagens.

Passear por Embu no fim de semana, especialmente no domingo, que é o dia da Feira, é um programa que pode ir além da arte e do artesanato, tanto de pequenos objetos quanto de móveis comercializados nas lojas da avenida Elias Yazbek. A cidade dispõe de bons hotéis, restaurantes, choperia e bares aconchegantes. O Parque do Lago Francisco Rizzo, equipado com academia pública, pista para caminhada, lago com carpas, tartaruga e aves, e as praças revitalizadas são convites para diversão de crianças e adultos. Para saber mais sobre as opções de lazer na cidade, consulte o Centro de Atendimento ao Turista (CAT), na principal rua da Feira.

Simplificamos para você algumas dúvidas básicas sobre a legalização de trabalhadores autônomos. A Lei é importante para o desenvolvimento do país e auxilia no desenvolvimento de profissionais liberais sem carteira assinada ou sem empresa aberta. O custo é baixo e as vantagens são muitas.

Confira abaixo  algumas respostas e outras fontes de informação:

Você sabe o que é um Empreendedor Individual?

Empreendedor Individual é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Assim ela passa a pagar um imposto baixo, para garantir benefícios oferecidos pelo governo.

E por que começar a pagar imposto e legalizar o negócio?

A partir da hora que você legaliza e passa a ser visto pelo governo, você passa a ter direito a vários benefícios.
Pessoalmente você passa a contar com apoio do governo para auxílio doença (caso tenha um imprevisto), salário-maternidade, aposentadoria pela previdência social e outros.

Profissionalmente você também só tem a ganhar. Ao legalizar seu negócio, você recebe um CNPJ e poderá fornecer para empresas e para o governo. Você também poderá conseguir empréstimos no banco com mais facilidade e poderá até contratar um funcionário. Assim ampliará seus horizontes, fazendo seu negócio crescer.

O que é preciso para ser um Empreendedor Individual?

Para se inscrever no programa, você deve ter um faturamento anual de ATÉ R$36 mil e não pode ser sócio (a) de uma empresa existente.

OK. E o que eu preciso pagar?

Um empreendedor individual gasta no máximo R$62,10 por mês, incluindo impostos e Fundo de Garantia. Você será registrado e contará com benefícios do governo.

Quer se cadastrar?

Acesse o site www.portaldoempreendedor.gov.br para fazer o cadastramento.

Se ainda ficaram dúvidas, veja a cartilha que o Sebrae-RJ preparou explicando mais detalhes sobre o programa: http://www.sebrae.com.br/setor/artesanato/sobre-artesanato/como-me-formalizar/empreendedor-individual/cartilha_EI_06.pdf

Ou acesse o site do Sebrae: http://www.sebrae.com.br/setor/artesanato/sobre-artesanato/como-me-formalizar/empreendedor-individual

Fonte: Portal de Artesanato

O Departamento de Artes Plástica da Escola de Comunicações e Artes, ECA/USP, vai abrir dia 1 de fevereiro as inscrições para cinco cursos gratuitos ligados a arte.

Entre as opções estão o curso Desenho: Riscos de Percurso, que promove reflexões e discussões sobre desenho, além de estabelecer relações com produções artísticas e culturais de diversas épocas.

Já o curso ‘Fundamentos da Cerâmica’ tem 20 vagas e se propõe a fornecer fundamentos da prática da cerâmica através de procedimentos como construção, modelagem, engobe e esmaltação. As aulas dessa modalidade começam dia 14 de março.

O ‘Gravura em Metal’ irá tratar de todos os aspectos que envolvem gravuras. Há 15 vagas e as aulas começam no dia 16 de março.

Divididos em 2 turmas de 20 alunos cada, o curso ‘Ateliê de Artes para Crianças’ foi desenvolvido para os pequenos de 7 a 12 anos de idade e tem início no dia 29 do mesmo mês.

Agora, para os adolescentes, a ECA traz o curso ‘Vivências com a arte para jovens e adolescentes’. Nesse a proposta é promover experiências individuais e coletivas voltadas para produção artística, articuladas em torno de obras, linguagens e procedimentos artísticos de diversos níveis, como desenho, gravura, pintura, modelagem e fotografia. As aulas começam dia 1 de abril.

Exceto o curso ‘Desenho: Riscos de Percurso’, todos os outros têm inscrições abertas do dia 1 de fevereiro à 4 de março. As inscrições são gratuitas e serão realizadas no mesmo local.

Serviço
Departamento de Artes Plásticas, ECA/USP – Av. Profº Lúcio Martins Rodrigues, 443 – Cidade Universitária, São Paulo (SP) – Tel.: (11) 3091-4430, www.cap.eca.usp.br

Fonte: Portal de Artesanato

Para endurecer e modelar tecidos como algodão feltro e juta, a Acrilex lançou o Acriflex. O produto compõe o catálogo de lançamentos da marca para 2011.

O Acriflex pode ser usado na criação de roupinhas para bonecas, estátua com tecido, cesta de crochê e outros artesanatos feitos com pano.

A aplicação do produto é fácil: com pincel ou por meio de imersão. O tempo de secagem varia de 12h à 48h.

O Acriflex é vendido nas principais lojas de insumos para artesanato, por R$7 a R$10.

Para mais informações, acesse:www.acrilex.com.br

Fonte: Guia São Roque

Estão abertas desde segunda-feira, 17, as inscrições para diversos cursos na Divisão de Cultura da Prefeitura de São Roque. São mais de 23 opções de atividades e algumas já estão com suas vagas quase esgotadas.

Ao todo são oferecidas quatro turmas de dança, com pessoas entre quatro e 15 anos, sendo duas turmas de manhã e duas à tarde. Três turmas de E.V.A., idade mínima para participar é de nove anos. As aulas de circo são disponibilizadas para pessoas de 10 a 16 anos e acontecerão em três períodos. Os cursos de artes plásticas, pintura em tecido e artesanato são oferecidos a pessoas a partir de 12 anos e acontecerão durante a manhã e a tarde, respectivamente. Os cursos de patchwork e mosaico são destinados a pessoas a partir de 15 anos.

Aluna do programa desenvolvido pela Divisão de Cultura da Prefeitura desde o ano passado, a advogada Maria Cristina Alexandrowitch, 54, inscreveu-se para continuar o curso de teclado. “Acho ótima a iniciativa, pois é voltado realmente para aqueles que desejam tocar o instrumento, e não como em outros cursos que já fiz, que eram voltados para o piano. A iniciativa da Prefeitura é louvável, pois o oferecimento de cursos é uma ação que valoriza as pessoas, oferecendo cultura e conhecimento, o que não acontece em outros lugares”, conta.

Com o intuito de preencher o tempo vago com atividades culturais, a professora Lúcia Barbosa Oliveira, 49, enxerga a iniciativa do Departamento com bons olhos. “Vim pra fazer a inscrição com meu marido, pois ele sempre teve vontade de aprender a tocar violão e não tinha tido a possibilidade, além de ocupar o tempo ocioso com uma atividade cultural”, revela.

Os interessados devem se inscrever na Divisão de Cultura, que fica no Centro Educacional e Cultural Brasital das 8h às 16h30. As aulas começam na semana do dia 7 de fevereiro. Mais informações através do telefone (11) 4784-3076.

Operação de uma loja virtual

Fonte: Blog dos Correios

Se você deseja vender pela Internet, conheça os 3 elementos chaves de uma operação de comércio eletrônico.

1) Atendimento e venda

O primeiro passo de uma venda é o atendimento. Se a intenção é vender pela Internet, seu principal vendedor e canal de vendas é a loja virtual. É ela quem mostra os produtos, por meio das várias fotos, com possibilidade ampliação para ver os detalhes. É a loja que responde perguntas sobre o produto por meio de uma descrição clara, objetiva, mas também detalhada para atender a todo tipo cliente. A loja também responde ao cliente se tem ou não o produto desejado, por meio do sistema de busca de produtos.

Além disso, ela disponibiliza um carrinho de compras e incentiva o consumidor a comprar outros produtos relacionados. É a loja que oferece as diversas opções de pagamento e de entrega, bem como permite o acompanhamento da entrega e histórico das compras.

Para criar uma loja virtual, você precisa de um bom serviço. No Dirett você pode criar sua loja facilmente, sem burocracia e com toda segurança, clique aqui e saiba mais.

Outro elemento de atendimento fundamental é o telefone. Muitos consumidores ainda preferem ligar, seja para comprar, tirar dúvidas ou para confirmar se a loja realmente existe.

2) Pagamento

Segundo dados da empresa ebit, cerca de 70% das compras pela Internet são pagas por meio de cartão de crédito. Isso mostra mais uma vez que o e-consumidor quer comodidade. O pagamento antecipado e on-line acelera o processo da compra. Além de comprar com cartão, cerca de 60% das compras são parceladas.

Assim, para atender o máximo de clientes, sua loja virtual precisa oferecer o maior número possível de meios de pagamento. No mínimo, é necessário boleto bancário e os cartões de crédito Visa, Mastercard e American Express.

Para facilitar a disponibilização dessas formas de pagamento, existem empresas que oferecem a solução de tecnologia de todos os meios de pagamento, chamados de gateway de pagamento. Há também soluções de pagamento on-line que oferecem todos os meios de pagamento, atuando como um terceiro confiável no pagamento. É o caso do PagSeguro e outros.

No Dirett você pode utilizar o PagSeguro, para aceitar pagamentos com todos os cartões de créditos, boleto e transferência bancária.

3) Entrega

A logística no comércio eletrônico, que passa pelo serviço de entrega, é um dos principais pilares da operação de vendas na Internet. Como a entrega é um serviço associado ao produto vendido, o lojista pode oferecer as modalidades de entrega expressa e econômica. Assim, o cliente poderá escolher o serviço que melhor lhe convier, decidindo entre os preços e prazos das formas de entrega apresentadas.

Para aproveitar as vantagens de vender pela internet, alcançando too o país, clique aqui.