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Categoria : Lojista

Fonte: AE – Agência Estado

O Centro de Eventos São Luís, em São Paulo, promove de 5 a 8 de abril, a “5ª Brazil Patchwork Show”, feira que entrou para o calendário dos grandes eventos de artesanato do Brasil e que reúne tudo para a arte de transformar retalhos de tecidos em colchas, tapetes, bolsas, bonecas e acessórios para uso pessoal ou para a casa.

Ponto de encontro de artistas de todo o Brasil que querem atualizar-se, conhecer as tendências e novidades do mundo do patch e do quilt, o evento é organizado pela WR São Paulo Feiras e Congressos, que já realiza a Mega Artesanal e a Brazil Scrapbooking, outros eventos tradicionais do setor artesanal.

Durante a “5ª Brazil Patchwork Show”, os visitantes poderão conhecer e comprar produtos acabados e insumos para a produção deste tipo de artesanato. Estarão à venda desde máquinas de costura específicas para patchwork até tecidos importados e peças prontas para compor um visual contemporâneo. Entre os expositores presentes estão os nomes mais conhecidos do mercado de patchwork e que prometem levar para a feira muitas novidades.

5ª Brazil Patchwork Show
Data: De 5 a 8 de abril de 2011
Centro de Eventos de São Luís
Rua Luís Coelho, 323 – São Paulo – SP
Das 13h às 20h
Ingresso: R$ 10
Proibida a entrada de menores de 12 anos
http://www.brazilpatchworkshow.com.br

Fonte: RD Online

A prefeitura de Santo André abriu, nesta segunda-feira (14), as inscrições para as Feiras de Artesanato que ocorrem em quatro locais no município. As feiras oferecem produtos em tecido, madeira, biscuit, além de bijuterias e artes plásticas.

Podem participar pessoas que trabalham com comidas típicas, artes plásticas, porcelana, louças e vidros e artesanato em couro, madeira, tecido, metal e resina, entre outros. Os interessados devem comparecer até dia 21 de março no Departamento de Cultura da cidade, das 9h às 11h e das 14h às 17h, e apresentar cédula de identidade (original e cópia), CPF (original e cópia), comprovante de endereço atualizado e duas fotos 3×4.

As feiras da Chácara Pignatari e do Parque Antônio Fláquer (Ipiranguinha) acontecem todos os domingos. Já a do Parque Regional da Criança acontece aos domingos e feriados, e a Praça do Carmo, às sextas-feiras e sábados.

Fonte: Governo do Estado do Ceará

O Governo do Estado realiza nesta quinta-feira (17), às 17 horas, na Praça Luiza Távora, a abertura da 41ª Feirarte. A Feira segue até o próximo sábado (19), das 17 às 22 horas. Participam 300 expositores, representantes de grupos e entidades artesanais e ainda empreendedores oriundos de projetos da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) além de entidades que trabalham com pessoas com deficiência e idosos.

A FEIRART, é um evento de valorização do artesanato cearense promovido pela Central de Artesanato do Ceará (CeArt), através da exposição e comercialização de peças artesanais oriundas das 8 macrorregiões do Estado. É uma ação estratégica do Programa Estadual de Desenvolvimento do Artesanato Cearense, conduzido pela secretaria e acompanhado pela Primeira Dama do Estado, a Sra. Maria Célia Habib Moura Ferreira Gomes. O objetivo é fortalecer o desenvolvimento do setor de Artesanato do Ceará.

Nesta edição, além da exposição e comercialização de peças artesanais de todas as tipologias do Estado, o evento contará com Oficinas de Artesanato (Pintura em Papel Machê, Reciclagem de Fantoches de Meia, e Areia Colorida – no horário das 19h às 20h); Espaço da Acessibilidade; Praça de Alimentação, Massoterapia e Espaço Infantil.

Durante todo esta quarta-feira, foi realizado o Encontro Estadual do Artesanato com o objetivo de estimular as vocações, preservar as culturas locais, integrar e qualificar os artesãos e entidades artesanais participantes da Feira para a formação da mentalidade associativista e empreendedora, garantindo-se por essa via, a qualidade dos serviços de produção e comercialização do artesanato.

PROGRAMAÇÃO MUSICAL

17/02
19:00 – Grupo “Arte da Terra”
Apae Fortaleza
20:00h – Fábio Carneirinho

18/02
19:00h – Davi Valente
20:00h – Cacimba de Aluá

19/02
19:00h – Expedito Sanfoneiro 19:00h
20:00h – Samba Vip

Angélica Rodrigues dos Santos, a artesã e ganhadora do nosso concurso de patchwork em canecas, tem 71 anos de idade e é exemplo para muita gente por sua força de vontade e talento.
Em nossa entrevista a Angélica disse: “Improvisava e na maioria das vezes dava certo”. Retrato de toda a dificuldade que esta setor enfrenta, Angélica conta que o que faz diferença no final das contas são as suas ideias e criatividade que, apesar de muitos problemas, continuam fervilhando.

Vejam a entrevista na integra e as fotos do trabalho vencedor.

Como conheceu o Dirett?
Conheci o Dirett através de uma comunidade de artesanato. Lá vi o endereço.

A caneca que você nos enviou ficou linda e muito bem trabalhada. Parabéns! Você pode contar para o pessoal qual foi o grau de dificuldade que você sentiu e quais as técnicas que utilizou?
Não encontrei dificuldades por ter feito trabalhos parecidos e me senti motivada ao fazê-lo porque pude criar a partir dele.

Percebi que nos seus trabalhos você se preocupa com os detalhes, desde um pequeno aplique, até acabamentos diferenciados. Onde você busca as suas inspirações?
Gosto de ver trabalhos diferenciados, idéias que gostaria de ter tido. Gosto muito de comprar revistas, tenho algumas com mais de 30 anos. Vejo várias, depois guardo-as e vou preparar o trabalho.

Quando você começou a trabalhar com artesanato?
Eu e o artesanato convivemos desde meus 5 anos, quando brincava debaixo das laranjeiras com meus bois, vacas, porquinhos que eram feitos com frutinhas e espinhos da laranjeira. outros personagens eram feitos com argila ou sabugos de milho. Em maio tinha altares com anjos de sabugo e palha de milho, cujas asas eram penas que as galinhas me forneciam.

Quais as maiores dificuldades que você tem encontrado?
Tempo.
Antes ocupada com as aulas de Ed. artística e agora a idade (71 anos) e a artrose me fazem mais vagarosa apesar de continuarem fervilhando as idéias.

Onde você costuma expor os seu trabalhos?
Exponho  no Centro Mineiro de Artesanato aqui em Belo Horizonte quando consigo fazer mais peças, principalmente de biscuit.

O que você acha de mais legal no Dirett?
Uma das melhores oportunidades para vender pela internet.

Você indicaria o Dirett para alguém? Por quê?
Sim. Pela autonomia para expor, comprar e vender.

Você tem um blog de Pap Modelagem, gostaria de contar um pouco mais sobre esta técnica?
Meu conhecimento foi adquirido experimentando (técnicas e materiais). Acho muito difícil fazer igual e também tive que conviver com falta de material e ferramentas (outros tempos). Improvisava e na maioria das vezes dava certo. Usei e uso: pratos de plástico, botões, peças de bijouterias etc., para trabalhar texturas no biscuit.

O que você diria para quem está começando agora?
Dê tempo. Aceite o 1º trabalho como o mais difícil e, como tudo na vida, o valor só vem com a perseverança e o prazer em fazer.

Agradeço muito as oportunidades que estão me oferecendo e tentarei corresponder.

Eu e a equipe Dirett é quem agradecemos por sua dedicação e participação. Contamos sempre com a sua presença por aqui.

Quer conhecer um pouco mais sobre o trabalho da Angélica? Então, acesse aqui o blog dela.

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Malu Melo
é designer por formação e ama as artes plásticas e artesanato. Adora buscar novas ideias nas horas vagas para imaginar um mundo cheio de produtos lindos e diferentes. Acompanhe suas novidades no twitter @malumelo .

Fonte: G1

Bijuterias feitas com capim dourado, cosméticos à base de café e ingredientes amazônicos, chá mate orgânico solúvel e até pequenas usinas de biodiesel estão entre os produtos que micro e pequenos empresários brasileiros escolheram para garantir espaço no disputado mercado internacional. Ao investir em nichos “abrasileirados”, esses empreendedores buscam reduzir a concorrência e atender à demanda cada vez maior por produtos sustentáveis em todo o mundo.

É em Diadema, no ABC Paulista, que a Arte dos Aromas fabrica cosméticos orgânicos inspirados na Amazônia, usados por consumidores da Dinamarca, Lituânia e Itália.

Entre os produtos estão shampoos, sabonetes, cremes faciais e sais de banho, todos feitos com ingredientes orgânicos, como óleos de castanha, babaçu, buriti e andiroba, além de extrato de açaí e manteiga de cupuaçu, explica a diretora comercial Geysa Belém.

Os ingredientes vêm de comunidades de regiões amazônicas. Alguns são adquiridos de cooperativas locais, sem intermédios de outras empresas, e outros, por meio de um distribuidor.

Geysa afirma que as exportações começaram em julho de 2009 e foram crescendo aos poucos. Em 2010, a empresa teve crescimento de 15% e as vendas internacionais foram responsáveis por 7% do faturamento. Para este ano, a expectativa é crescer até 20% e aumentar a participação com exportações para 15% do faturamento.

Apesar dos resultados, Geysa afirma que não foi fácil começar o comércio com outros países. “É preciso seguir as normas deles, ter certificação”, diz. Para conseguir a certificação, que dá aos cosméticos o rótulo de orgânicos, foram necessários dois anos de trabalho, revela.

“Por enquanto, os produtos orgânicos são um diferencial a mais no Brasil (…). Aqui, as grandes empresas ainda não estão trabalhando com esse conceito”, diz. Para Geysa, o consumidor brasileiro ainda não tem o costumo de ler os rótulos e ver como os produtos são feitos.

Adaptação
A chance de conseguir um espaço no mercado internacional muitas vezes está justamente em identificar as necessidades dos países e adaptar os produtos brasileiros a elas, avalia o diretor de negócios da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) no Brasil, Maurício Borges.

“Independente do porte da empresa, sempre haverá espaço para quem oferece produtos diferenciados, inovadores e de alta qualidade”, avalia. A agência atua para inserir empresas no mercado internacional com soluções em áreas como qualificação para exportação, promoção comercial e apoio à internacionalização. No Brasil, são mais de 12 mil empresas apoiadas, sendo 94% micros, médias e pequenas.

Bijuterias de capim
A pequena empresária Fabiana Bezerra viu no capim dourado disponível nas fazendas da família uma possibilidade de “inventar moda”. Em 2007, criou a Art Da Terra, no Tocantins, e iniciou a produção de bijuterias feitas com o capim e outras matérias-primas, como fios de seda, lãs, palhas e sementes.

Atualmente, os colares e pulseiras da pequena empresária são vendidos para a França, Alemanha, Espanha, Itália, Áustria, Suíça, Portugal, Grécia, Estados Unidos, Japão, Honduras, México e Porto Rico. Com tantos destinos, as exportações representam 95% do faturamento.

As bijuterias são produzidas por artesãos que trabalham em suas próprias casas e são remunerados de acordo com o trabalho de cada peça, revela Fabiana.

“A aceitação e a valorização de um produto artesanal, principalmente feito com produtos naturais, é maior no mercado externo”, diz. De acordo com Fabiana, os preços das mercadorias variam de R$ 15 a R$ 360, em média, para vendas no atacado.

Participação pequena
De acordo com os dados mais recentes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior,  as micro e pequenas empresas correspondiam, em 2009, a 44% do total de estabelecimentos que exportavam no país. As médias correspondiam a 30%. Apesar disso, no valor exportado, as micro e pequenas tiveram participação de apenas 0,9% e, as médias, de 5,6%.

Para o consultor Gilberto Campião, do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), é justamente na segmentação que as micro e pequenas podem tentar melhorar esse resultado. “Se a empresa trabalhar com produtos corriqueiros, não vai ter preço. Para conseguir fazer as vendas, precisa ter segmentação, nicho (…). Fica mais fácil trabalhar com produtos do Brasil, não vai ter chinês, indiano, na concorrência. O preço deixa de ser diferencial, que passa a ser o produto”, diz.

É com a intenção de mostrar esse diferencial comentado por Campião que o Projeto Organics Brasil trabalha promovendo os produtos orgânicos brasileiros no mercado internacional. De acordo com coordenador executivo do projeto, Ming Liu, todo o produto orgânico trabalha três conceitos básicos: segurança alimentar, questão ambiental e questão social.

“O Brasil tem toda a característica com produtos com princípios ativos próprios (…) Há também o clima, a biodiversidade. Trabalhamos com uma imagem que o Brasil é orgânico”, diz.

Cosméticos de café
Foi com o conceito de produto sustentável que Vanessa Vilela se inspirou na tradição do café em Minas Gerais para criar, em 2007, a linha de cosméticos Kapeh, com produtos à base de café.

Formada em farmácia e bioquímica, Vanessa conta que buscou desenvolver uma marca de cosméticos diferente do que havia no setor. Ela explica que resolveu apostar nas exportações por conta da “brasilidade do café e dos produtos”. Atualmente, as exportações giram em torno de 5% dos negócios e vão para Portugal e Holanda

Em 2010, a marca teve crescimento de 250% e as expectativas para 2011 é de crescer mais 300%. O planejamento para este ano também é de ampliar a atuação no exterior para alguns países do Oriente.

Para isso, a empresa também buscou certificação. De acordo com Vanessa, a certificação é holandesa e assegura a qualidade do grão e uma produção rastreada e sustentável.

Qualificação
Por conta dos investimentos e preparação necessários para entrar no mercado internacional, como planejamento e pesquisa de mercado, a microempresa Ceni Mate Organico, do Paraná, está indo com calma antes de iniciar as exportações. Paola Ceni, diretora de marketing e vendas, explica que as pesquisas iniciaram em 2008 e as vendas internacionais ainda não começaram.

A empresa, que há 20 anos cultiva folha orgânica de mate e revende para grandes empresas nacionais, criou um produto final para competir no exterior, o chá mate orgânico solúvel. “Vimos uma oportunidade exatamente para exportação”, diz. “O chá é instantâneo. É só misturar com água gelada e ainda mantém todas as propriedades da erva mate. Estamos acreditando muito nesse produto para exportação, pois não pesa muito e tem volume pequeno”, acrescenta.

Paola buscou apoio na Apex e atualmente está profissionalizando setores internos para garantir o sucesso das exportações. “Em julho, vamos começar a prospecção nos mercados por meio de feiras e visitas (…). Temos em mente mercados como Uruguai, Chile, Alemanha e Estados Unidos”. De acordo com Paola, já há uma empresa que compra as folhas para exportar o produto a granel.

Usinas de biodiesel
Um pouco mais avançada que a empresa de mate, a Biotechnos Projetos Autossustentáveis está com as negociações em andamento para iniciar as exportações de pequenas usinas de biodiesel para a África do Sul, explica o gerente comercial e de marketing Alexandre Lombello.

De acordo com Lombello, o foco da empresa são os mercados da África e da América do Sul. “Essas regiões têm os mesmos problemas sociais que temos aqui, concentração de riqueza e grande massa populacional abaixo da linha da miséria, onde projetos sociais com viés de sustentabilidade se tornem fato”, diz. As máquinas produzem o biodiesel com óleo de gordura animal ou vegetal. De acordo com ele, comunidades podem colher o óleo, como o de cozinha, para a fabricação do combustível.

Lombello explica que a empresa está desenvolvendo um microequipamento, bem menor dos vendidos no Brasil, para adaptar à realidade daquele país. A microusina que provavelmente chegará à África terá capacidade de produção de até 100 litros de biodisel, sendo que no Brasil o mínimo é de 1 mil e há projetos para 10 mil litros.

No Brasil, os equipamentos são adquiridos por ONGs ou projetos sociais de administrações públicas. De acordo com ele, a legislação brasileira não permite a revenda de biodiesel diretamente ao público final, mas há clientes que também compram o equipamento com o intuito de oferecer o biodiesel à Petrobras.

“Exportar não é tão difícil. É igual investir na bolsa de valores, todo mundo acha interessante, mas não sabe como fazê-lo”, diz.

Imagino que todos gostem de brigadeiro não é?
Cada dia que passa sugem maneiras de se fazer e de vender mais diferentes e hoje eu trago uma que quase nunca vejo as pessoas fazerem.
Uma vez navegando por ai encontrei em um site de fora (desculpem a falha, mas não me lembro qual era), colheres de brigadeiro confeitadas. Achei lindo e resolvi eu mesma fazer.

Então para este post escolhi compartilhar com vocês a minha receita, os truques e as fotos, e quem sabe daqui para frente não encontramos mais delas por aí.

Receita

  • 1 lata de leite condensado
  • 3 colheres de sopa de chocolate do padre em pó.
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 1 colher de sopa de creme de leite
  • 2 colheres de leite ninho
  • 25g de confeito que você preferir
  • 30 colheres de sobremesa de plástico ou a que você preferir

Modo de Preparo

  • Junte em uma panela o leite condensado com o chocolate do padre e  a manteiga. Misture até que a manteiga dissolva totalmente.
  • Leve a panela ao fogo médio e mexa até que o brigadeiro fique mais durinho. (o ideal é que ele fique entre o ponto de colher e o ponto de enrrolar)
  • Tire do fogo e misture o creme de leite e o leite ninho.
  • Mexa bem até que o leite ninho dissolva totalmente.
  • Deixe esfriar um pouco.
  • Quando o brigadeiro estiver morno é só colocar sobre as colheres de plástico com a ajuda de uma colher de café. Tente não colocar muito para que o brigadeiro não caia pelas laterais.
  • Em seguida é só colocar os confeitos que preferir e levar à geladeira por 2 horas.

Rendimento

  • 30 porções

Prontinho! Se quiser, dá para colocar dentro de um saquinho e fazer um lacinho com fita de cetim. Agora é só sair vendendo ou dar para a criançada, eles ADORAM!!!

Gostou da receita?

Então comente aqui em baixo o que achou. Foi curiosa como eu e fez também? Então me mande uma foto para eu colocar aqui no blog para todo mundo ver.

O Concurso de Patchwork em canecas está um sucesso!!!

Inscrições prorrogadas até o dia 07 de fevereiro de 2011! Aproveite.Clique aqui para baixar o molde da caneca de Patchwork, faça a sua e envie uma foto dela para dirett@dirett.com.br

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Malu Melo
é designer por formação e ama as artes plásticas e artesanato. Adora buscar novas ideias nas horas vagas para imaginar um mundo cheio de produtos lindos e diferentes. Acompanhe suas novidades no twitter @malumelo .

Simplificamos para você algumas dúvidas básicas sobre a legalização de trabalhadores autônomos. A Lei é importante para o desenvolvimento do país e auxilia no desenvolvimento de profissionais liberais sem carteira assinada ou sem empresa aberta. O custo é baixo e as vantagens são muitas.

Confira abaixo  algumas respostas e outras fontes de informação:

Você sabe o que é um Empreendedor Individual?

Empreendedor Individual é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Assim ela passa a pagar um imposto baixo, para garantir benefícios oferecidos pelo governo.

E por que começar a pagar imposto e legalizar o negócio?

A partir da hora que você legaliza e passa a ser visto pelo governo, você passa a ter direito a vários benefícios.
Pessoalmente você passa a contar com apoio do governo para auxílio doença (caso tenha um imprevisto), salário-maternidade, aposentadoria pela previdência social e outros.

Profissionalmente você também só tem a ganhar. Ao legalizar seu negócio, você recebe um CNPJ e poderá fornecer para empresas e para o governo. Você também poderá conseguir empréstimos no banco com mais facilidade e poderá até contratar um funcionário. Assim ampliará seus horizontes, fazendo seu negócio crescer.

O que é preciso para ser um Empreendedor Individual?

Para se inscrever no programa, você deve ter um faturamento anual de ATÉ R$36 mil e não pode ser sócio (a) de uma empresa existente.

OK. E o que eu preciso pagar?

Um empreendedor individual gasta no máximo R$62,10 por mês, incluindo impostos e Fundo de Garantia. Você será registrado e contará com benefícios do governo.

Quer se cadastrar?

Acesse o site www.portaldoempreendedor.gov.br para fazer o cadastramento.

Se ainda ficaram dúvidas, veja a cartilha que o Sebrae-RJ preparou explicando mais detalhes sobre o programa: http://www.sebrae.com.br/setor/artesanato/sobre-artesanato/como-me-formalizar/empreendedor-individual/cartilha_EI_06.pdf

Ou acesse o site do Sebrae: http://www.sebrae.com.br/setor/artesanato/sobre-artesanato/como-me-formalizar/empreendedor-individual

Operação de uma loja virtual

Fonte: Blog dos Correios

Se você deseja vender pela Internet, conheça os 3 elementos chaves de uma operação de comércio eletrônico.

1) Atendimento e venda

O primeiro passo de uma venda é o atendimento. Se a intenção é vender pela Internet, seu principal vendedor e canal de vendas é a loja virtual. É ela quem mostra os produtos, por meio das várias fotos, com possibilidade ampliação para ver os detalhes. É a loja que responde perguntas sobre o produto por meio de uma descrição clara, objetiva, mas também detalhada para atender a todo tipo cliente. A loja também responde ao cliente se tem ou não o produto desejado, por meio do sistema de busca de produtos.

Além disso, ela disponibiliza um carrinho de compras e incentiva o consumidor a comprar outros produtos relacionados. É a loja que oferece as diversas opções de pagamento e de entrega, bem como permite o acompanhamento da entrega e histórico das compras.

Para criar uma loja virtual, você precisa de um bom serviço. No Dirett você pode criar sua loja facilmente, sem burocracia e com toda segurança, clique aqui e saiba mais.

Outro elemento de atendimento fundamental é o telefone. Muitos consumidores ainda preferem ligar, seja para comprar, tirar dúvidas ou para confirmar se a loja realmente existe.

2) Pagamento

Segundo dados da empresa ebit, cerca de 70% das compras pela Internet são pagas por meio de cartão de crédito. Isso mostra mais uma vez que o e-consumidor quer comodidade. O pagamento antecipado e on-line acelera o processo da compra. Além de comprar com cartão, cerca de 60% das compras são parceladas.

Assim, para atender o máximo de clientes, sua loja virtual precisa oferecer o maior número possível de meios de pagamento. No mínimo, é necessário boleto bancário e os cartões de crédito Visa, Mastercard e American Express.

Para facilitar a disponibilização dessas formas de pagamento, existem empresas que oferecem a solução de tecnologia de todos os meios de pagamento, chamados de gateway de pagamento. Há também soluções de pagamento on-line que oferecem todos os meios de pagamento, atuando como um terceiro confiável no pagamento. É o caso do PagSeguro e outros.

No Dirett você pode utilizar o PagSeguro, para aceitar pagamentos com todos os cartões de créditos, boleto e transferência bancária.

3) Entrega

A logística no comércio eletrônico, que passa pelo serviço de entrega, é um dos principais pilares da operação de vendas na Internet. Como a entrega é um serviço associado ao produto vendido, o lojista pode oferecer as modalidades de entrega expressa e econômica. Assim, o cliente poderá escolher o serviço que melhor lhe convier, decidindo entre os preços e prazos das formas de entrega apresentadas.

Para aproveitar as vantagens de vender pela internet, alcançando too o país, clique aqui.

Fonte: Agência Sebrae

São esperados mais de 100 mil visitantes circulando em uma área de 2,5 mil metros quadrados.


O XIII Salão do Artesanato Paraibano, evento que faz parte das programações de férias e do verão de João Pessoa, será aberto no dia 14 de janeiro permanecendo até 06 de fevereiro de 2011, das 15h às 22h, no Espaço Cultural. Para esta edição o tema escolhido foi Mãos de Mestre, homenageando a arte de artesãos que esculpem em madeira.

São esperados mais de 100 mil visitantes circulando em uma área de 2,5 mil metros quadrados. As tipologias da arte paraibana estarão divididas em 12 grandes blocos, além de um destinado a gastronomia regional e praça da alimentação. No meio do grande espaço serão montados quatro lounges para os visitantes poderem descansar no período de visita ao Salão.

Participarão do XIII Salão do Artesanato Paraibano cerca de 400 artistas que são cadastrados no Programa do Artesanato Paraibano, PAP, que trabalham com renda, madeira, brinquedos populares, fibras e fios, cerâmica, couro, algodão colorido, tecelagem, arte indígena, cordel e xilogravura, metais e pedras e habilidades manuais.

Segundo a gestora do Programa de Artesanato do Sebrae Paraíba, Verônica Ribeiro, para este ano estima-se que o faturamento desses artesãos seja de R$ 1 milhão. “Essa é uma estimativa baseada no ultimo Salão que foi em Campina, no entanto o período aqui em João Pessoa é muito movimentado por conta das férias e do verão. Acreditamos que esse montante vai ser ainda bem maior”, comentou a gestora.

O XIII Salão do Artesanato Paraibano é uma realização do Sebrae Paraíba, com a parceria do Governo do Estado, Eletrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica, MDIC, Banco do Nordeste, entre outras instituições do Estado.

No dia 03 de dezembro de 2010, o artesanato fluminense tem um novo impulso para produção. Neste dia acontecerá o Seminário de Sensibilização e Promoção da Produção Associada ao Turismo, do Sebrae, RJ.

O evento oferece palestras e discussões sobre a produção de produtos ligados ao turismo, ou seja, produtos consumidos por turistas ou que retratem a cultura local, que os turistas possam comprar para levar de lembrança, como o artesanato, claro.

Veja abaixo os detalhes do evento.

Fonte: Blog Sebrae Artesanato