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Tags ‘Artesanato’

Segundo pesquisa Mapa de Oportunidades,  feita pela Fundação Getulio Vargas,  artesanato está entre os segmentos que apresentam as maiores oportunidades de negócio no Rio Grande do Norte.

O estudo, encomendado pelo Sebrae, será importante para que a instituição ofereça investimento em projetos de capacitação dentro das áreas identificadas. João Hélio Cavalcanti, diretor técnico do Sebrae-RN, informou que serão investidos R$5 milhões  em capacitação empresarial, dos quais 3 milhões já foram aplicados na região.

As atividades em foco são as que estão relacionadas aos grandes eventos que ocorrerão no páis, como a Copa do Mundo de Futebol em 2014. Em eventoda entidade,  ocorrido em Natal no último dia 22, foi constatado que esse grande evento abrirá 356 possibilidades de negócios no mundial.

As oportunidades não ficarão restritar à capital, focos comerciais no raio de até 100km do estádio serão beneficiados com o movimento de pessoas do evento.


Com a meta de aumentar em pelo menos um dia a permanência do turista no estado, que gasta neste período uma média de R$ 1 mil reais, o Ministério do Turismo realizou uma pesquisa inédita que diagnosticou a situação da produção artesanal no Rio Grande do Sul. Os resultados foram apresentados nesta segunda-feira (25), às 9h, no Hotel Everest, em Porto Alegre, no seminário Artesanato Gaúcho Associado ao Turismo: um novo cenário mercadológico.

O estudo foi realizado pelo Itelap (Instituto Tecnológico Latino-americano de Pesquisas e Desenvolvimento), entre fevereiro e junho de 2011, em 32 municípios de sete regiões turísticas.

O seminário ocorre também na terça e quarta-feira, entre 9h e 18h, e será composto por 11 horas de oficinas de capacitação profissional para 64 artesãos de sete regiões do estado e uma exposição gratuita e aberta ao público com mais de 200 peças de artesanato. Atualmente, são mais de 35 mil artesãos ativos e cadastrados no Programa Gaúcho do Artesanato da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social. O objetivo é mostrar aos agentes de viagem, empresários e sociedade a qualidade da produção artesanal.

“Queremos agregar valor aos pacotes turísticos mostrando a produção artesanal gaúcha, que é de alta qualidade”, afirma a coordenadora geral do projeto, Doroti Collares.

De acordo com dados preliminares sobre o perfil do artesão gaúcho, a renda média é de aproximadamente R$ 600,00 por mês, mais de 80% são do sexo feminino e mais de 70% estão na faixa etária de 41 a 70 anos.
Para a escolha dos 32 municípios de sete regiões turísticas do estado, o estudo levou em conta critérios como cultura popular, cultura da região, abundância de matéria-prima, fluxo turístico e potencialidade dos produtores se organizarem para aplicação da metodologia do manual da produção associada ao turismo.

Na terça-feira (26), serão realizadas oficinas vivenciais com temas como “Quem é o artesão?”, “Quanto vale o meu trabalho?”, “Estou satisfeito com o preço?”, entre outros. E na quarta-feira (27) elas seguem com as temáticas “Método de trabalho”, “Organização do tempo”, “Produtividade x acabamento”, “Competição artesanal x industrial”, entre outros.

Durante os três dias do evento, serão expostas mais de 200 peças artesanais, com objetivo de mostrar sua qualidade e diferenciação. Além de criações individuais, serão apresentadas peças de projetos divididos por regiões como a Grande Porto Alegre, Mão Gaúcha, Costa Doce, Bichos do Mar de Dentro, Ladrilã e Redeiras, Rotas das Terras, Safras , Pampa, Coama, Favos do Sul e Lã Pura, Litoral Norte e Mãos de Imbé.

Estes dias recebi a dica para falar sobre mini terrário aqui no blog, como está virando tendência, achei bacana postar por aqui.
Comecei a pesquisar alguns e fiquei encantada com muita coisa que vi. Separei algumas que gostei para ensinar o passo a passo aqui.
Tente fazer essa primeira e aguarde as próximas.

Você vai precisar de:

  • Vinil transparente (calibre 20) - disponível em lojas de tecidos
  • Papel de seda (você pode usar o papel que vem com o vinil ou papel de embrulho regular)
  • Clipes pequenos
  • Tesoura
  • Esteira de corte, régua e cortador rotativo (opcional)
  • Pistola de cola (opcional)

Mão a obra:

Passo 1| Corte o vinil

Para cortar o seu vinil some as medidas que você deseja para o seu terrário pronto. Ex.:  Se você estiver fazendo um terrário com 10cm de largura por 5cm de altura, veja: 10cm + 5cm de cada lado (dir. e esq.) =  20cm de largura  X 10cm + 5cm de cada lado (superior e inferior) = 20cm de altura.
Agora corte um quadrado de cada lado, no tamanho correspondente a altura que terá o seu recipiente. Ou seja, se o seu recipiente for ficar com 5cm de altura, corte um quadrado de 5cm nos quatro cantos.

Obs.: Para facilitar, você pode marcar as áreas de corte com uma caneta destas que escreve em cd. Caso tenha uma base de cortar quadriculada, fica mais fácil fazer um corte preciso

Passo 2| Prepare o tecido

Como o vinil é difícil de costurar em uma máquina (sua textura, impede que ele escorregue com facilidade), a solução é fazer um sanduiche de papel de seda e o vinil no meio. Corte várias tiras do papel e separe em um canto. Você irá usa-lá nos próximos passos.

Passo 3| Costure os cantos

Dobre os cantos de modo que as laterais cortadas se encontrem depois prenda com um clipes o papel de seda, em cima e em baixo.

Costure os cantos, deixando uma margem de 1cm para fora.

Jogue fora o papel de seda. Caso ele fique preso entre a costura, utilize uma pinça para retirá-lo.

Costure da mesma forma os 4 lados, no final o seu recipiente  ficará parecido com o da foto.

Passo 4| Impermeabilize as costuras

Claro que com apenas uma costura o seu recipiente não será impermeável e esta não é uma grande preocupação para este projeto, pois estes terrários são feitos para serem levemente umedecidos e não encharcados de água, por isso um vazamento não deve se tornar um grande problema. Recomendo manter o seu terrário sempre sobre um pratinho ou travessa, desta forma você evitará maiores problemas.
Caso queira deixar o seu terrário um pouco mais impermeável, é só passar nas costuras um fio de cola quente. Como a cola quente irá ficar aparente, a escolha deste passo fica exclusivamente por questões de estética.
É isso, o seu recipiente está pronto, agora é só preenche-lo da maneira que achar melhor. Não sou uma especialista em plantio, mas ai está como fiz o meu terrário.

Variação 1| Lados Inclinados.


Para fazer o recipiente de lados inclinados, corte as seções de canto em um ângulo maior que 90 graus. Ângulos alargados criará uma acentuada inclinação. Depois costure cada esquina, como descrito acima.

Variação 2| Redonda, terrário com pregas.


Para fazer o terrário redondo, corte um círculo com diâmetro do tamanho que você quer que fique a base do seu terrário mais a altura desejada para o seu terrário. Ou seja, você quer um terrário com 15cm de diâmetro e com 15cm de altura? Então corte um círculo com 30cm de diâmetro. (O círculo não precisa ficar perfeito.)

Faça uma marcação no circulo onde você quer que seja a sua base e em seguida faça pequenas dobras nas bordas do círculo. Você irá costurá-las. (Minha linha pontilhada na foto, mostra onde você irá fazer a costura. Repita em todo o círculo e não se preocupe em deixar as medidas das dobras iguais, formas irregulares aqui funcionam muito bem.


Fonte.

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Malu Melo
é designer por formação e ama as artes plásticas e artesanato. Adora buscar novas ideias nas horas vagas para imaginar um mundo cheio de produtos lindos e diferentes. Acompanhe suas novidades no twitter @malumelo .

Fonte: Paraiba.com.br

O programa de Artesanato da Paraíba irá promover, desta quinta-feira (9) até o dia 26 deste mês, o 14º Salão de Artesanato em Campina Grande, durante a realização do Maior São João do Mundo. O evento, que acontece na Avenida Severino Cabral, no bairro do Catolé, é uma iniciativa da Secretaria de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico, através do Programa de Artesanato da Paraíba, com a parceira e o patrocínio do Sebrae e Banco do Brasil.

O programa de Artesanato da Paraíba irá promover, desta quinta-feira (9) até o dia 26 deste mês, o 14º Salão de Artesanato em Campina Grande, durante a realização do Maior São João do Mundo. O evento, que acontece na Avenida Severino Cabral, no bairro do Catolé, é uma iniciativa da Secretaria de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico, através do Programa de Artesanato da Paraíba, com a parceira e o patrocínio do Sebrae e Banco do Brasil.

Durante o 14º Salão, serão apresentadas as produções de 3.400 artesãos, somando mais de 5 mil produções em exposição, entre trabalhos manuais, artesanato e gastronomia. A expectativa de público é de mais de 200 mil visitas durante o evento.

Peças como renda (renascença e labirinto), esculturas de madeira e cerâmica, tecelagem (algodão colorido e tradicional), produtos de decoração e utilitários, brinquedos populares, artigos em palha, sisal, couro e pedras semipreciosas, batique e patch-work, entre outros, serão apresentadas durante a mostra, oriundas de oito regiões do Estado onde existem arranjos produtivos tradicionais, desde o Litoral, Zona da Mata, Compartimento da Borborema, Cariri Oriental e Ocidental, Curimataú, Sertão do Piancó e do Alto Piranhas.

Além de todas as tipologias de artesanato paraibano, o 14º Salão de Artesanato Paraibano conta com a gastronomia regional como mais um atrativo complementar. A programação também é enriquecida por apresentações musicais de grupos regionais, bandas de pífano e apresentações de literatura de cordel, que demonstram a preocupação em preservar manifestações populares.

A mostra deverá explorar a xilogravura e o cordel de José Costa Leite, além, das esculturas em madeira de Maritônio Souza Portela, em diversas representações, entre santos, anjos e pessoas, num cenário de Festejos Juninos.

Fonte: G1

Cristina Franco é uma otimista na essência. A jornalista e consultora de moda é uma ativa defensora do artesanato brasileiro, que, para ela, está cada vez mais sendo aceito, admirado e comprado pelos compatriotas. “Nelson Rodrigues dizia que brasileiro tem ‘complexo de vira-lata’. Acho que, agora, a gente parou de ter dificuldades de se olhar no espelho”, afirmou ela, durante a palestra “A importância de uma forte marca Brasil na difusão e sustentabilidade do artesanato brasileiro”, realizada nesta sexta-feira (27), na 18ª edição do Senac Rio Fashion Business.

“A palavra ‘brasilidade’, hoje, é mais assumida”, afirmou Cristina. O otimismo da jornalista se deve ao fato de, mesmoacreditando que há muito preconceito do próprio povo brasileiro, ela enxerga que, hoje, o artesanato nacional é muito mais valorizado do que há algumas décadas.

“Não é um processo simples, porque muita gente ainda usa produtos estrangeiros, mesmo de uma qualidade inferior, por uma questão de status: para ter segurança e ser aceita em determinado grupo”, explicou. “Mas não podemos ser tão cruéis, pois compreender o artesanato faz parte de um aprendizado. É preciso entender que o artesanato, uma renda, uma estampa com uma iconografia nossa, dá uma identidade brasileira à moda”, complementou.

Entretanto, Cristina acredita que é preciso ter mais ação e projetos do governo e de empresários para tonar o artesanato brasileiro mais conhecido e, consequentemente, vender mais. “Todo mundo tem que trabalhar, inclusive o poder público e a iniciativa privada”, enfatizou. Mas ela faz uma ressalva: “As coisas estão caminhando, mas os artesãos não podem ficar esperando nada cair do céu”.

Artesanato sem assistencialismo
Na palestra, a jornalista enfatizou que o artesão não pode ser tratado de forma assistencialista, mas tem que, sim, receber uma boa remuneração para poder viver bem com a produção das peças. “O artesanato não pode ser barato. Quanto tempo a pessoa leva para fazer uma peça?”, questionou Cristina. “Essa pessoa tem que ser bem remunerada, para poder ter qualidade de vida e poder se sustentar produzindo artesanato.”

A jornalista enxerga que, nos próximos anos, os vários eventos que vão ser realizados no Brasil – Jogos Mundiais Militares, Rio+20, Copa do Mundo e Olimpíadas – serão excelentes oportunidades para a expansão do setor de artesanato brasileiro. “São janelas enormes que, se bem trabalhadas, deixam legados”, frisou.

Cristina afirma que “os nichos para o nosso artesanato são absurdos”. Segundo ela, é necessário segmentar e entender que tipo de artesanato pode ser direcionado a cada espécie de turista ou classe social. “Muitos milionários querem o superexclusivo, aquilo que é feito a mão e que não vão existir dois iguais”, ressaltou.

“É muito importante aproveitar essa visibilidade que o Brasil tem hoje. O país tem muito a ver com cor, com alegria, e exerce um fascínio no imaginário internacional”, comentou Cristina. “A marca Brasil existe e, se bem trabalhada, é um grande selo de qualidade para vender esse país.”

Com todas essas possibilidades em vista nos próximos anos, Cristina Franco ressaltou a necessidade de se qualificar os artesãos brasileiros desde já. “O exemplo vem da Índia, que sempre teve uma enorme vocação artesanal, mas que baixou muito o padrão nos últimos tempos. O governo de lá está fazendo uma meta anual: qualificar 10 milhões de pessoas para recuperar o artesanato de altíssima qualidade daquele país”, finalizou.

Fonte: Portal do Artesanato

A FAM – Feira do Artesanato Mundial – está agitando Teresina (PI) desde a última sexta-feira, e entra agora em sua reta final. Os nativos do Estado nordestino têm até este domingo para conferir as milhares de novidades artesanais expostas no Atlantic City, vindas de países dos quatro cantos do globo e de outras regiões brasileiras.

Cerca de 100 estandes estão apresentando artigos confeccionados manualmente por artesãos de Marrocos, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Tunísia, Líbano e Síria. Entre os principais destaques, podemos citar narguilés, objetos de decoração, peças marchetadas, toalhas de mesa, luminárias, capas de almofada, essências de perfumes, bijuterias, móveis, papiros, roupas e muito mais.

O evento também representa uma grande oportunidade de promoção do artesanato local. Um espaço especialmente reservado aos artistas naturais do Piauí apresenta peças manufaturadas e exemplos da culinária típica.

Para os iniciantes no ramo artesanal, estão sendo organizadas várias oficinas sobre técnicas como bijuterias em semente, trabalhos com jornais reciclados, entre outros.

O horário de funcionamento da feira é das 17h às 22h. Não perca, é até domingo!
Serviço:
Atlantic City – Av. Raul Lopes, 1.000, Noivos, Teresina (PI).
Contatos da orgnaização do evento (CHARP):  tel.: (61) 3386-4677.

Fonte: A Voz da Cidade

Quinta-feira, o grupo de Mães e Amigas da Vila Ursulino realiza a Feira de Artesanato e Comida Típica, na praça ao lado do Palácio Barão de Guapy, no Centro. O evento acontecerá às 13h30min. Na feira poderão ser encontrados diversos tipos de trabalhos manuais, como crochê, tapete de retalhos, produtos feitos com materiais reciclados e bordados ponto de cruz, além de produtos alimentícios, como bolo, doces e salgados.

Há seis anos o grupo realiza, em maio, a feira no Colégio Municipal Doutor Elvino Alves Ferreira, na Vila Ursulino, já promoveu feiras em alguns locais da cidade e agora quer ampliar o trabalho. A feira é uma oportunidade dupla para as mulheres, pois possibilita conseguir uma renda alternativa e a população pode adquirir produtos de qualidade direto do produtor, a um preço mais baixo. “O objetivo é, justamente, criar uma alternativa de renda familiar para completar o orçamento”, afirma Rosaléia Passos, uma das integrantes.

A vereadora Sônia Coutinho (PSB), que tem atuação política forte na região da Vila Ursulino e apoia o grupo, elogia a iniciativa. “É muito importante para as mulheres este trabalho, permite a integração entre elas, reforça os laços de amizade e permite completar a renda familiar”, ressalta.

O próximo evento do grupo será no dia 1º de junho, na Rua Risoleta Nunes, ao lado do campo socaite, no bairro Santa Maria II, coincidindo com a Comissão de Defesa do Consumidor (Codecon) itinerante, projeto da Câmara Municipal.

Fonte: G1

Acervo permanente de Artesanato baiano pode ser visto no Instituo Mauá, no Pelourinho (Foto: Divulgação/SecultBA) Fonte: G1
O Acervo Permanente de Artesanato Baiano do Instituto Mauá, instalado na unidade do Pelourinho, integra a programação da 9ª Semana de Museus, que movimenta a cena cultural de todo o país entre os dias 16 e 22 de maio. Composto por mais de duas mil peças e contemplando a produção de artesãos e comunidades artesanais de aproximadamente 80 municípios, o Acervo abrange as diversas tipologias: cerâmica, madeira, aproveitamento de tecido, instrumento musical, cestaria, vidro, couro, metal, tecelagem, crochê, bordado e renda.

O Acervo do Mauá passeia pelas raízes e o histórico da produção artesanal baiana, revelada em cada peça e contada através de textos explicativos, espalhados pelos nove ambientes que compõem o espaço da exposição.O Acervo Permanente do Artesanato Baiano está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. A visitação é gratuita e pode ser monitorada.

O Acervo Permanente de Artesanato Baiano do Instituto Mauá, instalado na unidade do Pelourinho, integra a programação da 9ª Semana de Museus, que movimenta a cena cultural de todo o país entre os dias 16 e 22 de maio. Composto por mais de duas mil peças e contemplando a produção de artesãos e comunidades artesanais de aproximadamente 80 municípios, o Acervo abrange as diversas tipologias: cerâmica, madeira, aproveitamento de tecido, instrumento musical, cestaria, vidro, couro, metal, tecelagem, crochê, bordado e renda.O Acervo do Mauá passeia pelas raízes e o histórico da produção artesanal baiana, revelada em cada peça e contada através de textos explicativos, espalhados pelos nove ambientes que compõem o espaço da exposição.O Acervo Permanente do Artesanato Baiano está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. A visitação é gratuita e pode ser monitorada.

Para comemorar o mês das mães, o Dirett está lançando uma promoção especial para as mamães durante todo o mês de maio.

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Nesta páscoa tenho visto muita gente optando por ovos de páscoa artesanais, então fiz uma coletânea de imagens com ideias mais do que interessantes.

Quem produz, sabe que, uma ideia diferente é sempre bem vinda para agregar valor ao seu produto, não é? Em muitos casos, pequenos cuidados como uma embalagem bem elaborada e que possa ser reutilizada ou até mesmo brindes como: sachês ou cartão com dica de como dobrar um guardanapo em forma de um coelhinho para o almoço, geram um rendimento muito mais satisfatório.

Aproveitem estas ideias e os passo a passos que estão a baixo e aqueçam esta última semana de vendas com boas ideias e ótimos lucros.

Passo a passo:
- Sachê de coelhinho.
- Dobradura em guardanapo com as formas de orelhinhas. (Este passo a passo está em inglês, caso queira receber em português é só deixar um comentário que enviamos para você!)

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Malu Melo
é designer por formação e ama as artes plásticas e artesanato. Adora buscar novas ideias nas horas vagas para imaginar um mundo cheio de produtos lindos e diferentes. Acompanhe suas novidades no twitter @malumelo .